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Homem é preso por ameaça de morte e porte ilegal de arma de fogo em Cuiabá

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Policiais militares da Patrulha Rural prenderam em flagrante, na madrugada desta quinta-feira (16), um homem, de 40 anos, suspeito por ameaça e porte ilegal de arma de fogo, na zona rural de Cuiabá. As equipes apreenderam um revólver com cinco munições calibre .38.

Os policiais do 10º Batalhão receberam denúncia, por meio de um grupo de mensagens utilizado por moradores da região da Terra Prometida, de que um homem estaria ameaçando outro morador de morte e que o suspeito foi visto armado. 

Diante da denúncia, os militares se deslocaram até a casa do denunciado, que ao perceber aproximação das equipes, tentou fugir. O homem foi localizado e detido em um dos quartos do imóvel. 

Durante a abordagem, o homem confessou aos policiais que a arma estava guardada na bolsa de sua esposa. Os militares localizaram o revólver e munições. O homem foi conduzido à delegacia para registro do boletim de ocorrência. 

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Assassino de policial civil atua no setor madeireiro e fez pergunta sobre política antes de atirar

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Conteúdo/ODOC – Foi identificado como Emilson Ormond Souza, de 56 anos, o policial civil morto a tiros em frente a um bar na Avenida Brasil, em Campo Novo do Parecis (a 400 km de Cuiabá), neste domingo (25).

O principal suspeito do crime é um homem de 59 anos, que atuaria no setor madeireiro da região. Ele ainda não teve a identidade divulgada e é procurado pela polícia.

Segundo a Polícia Civil, o suspeito passou pelo estabelecimento em uma caminhonete e fez uma pergunta de cunho político às pessoas que estavam no local. Após receber uma resposta, abriu fogo contra os presentes e fugiu.

Durante o ataque, as vítimas tentaram se esconder. Emilson chegou a tentar revidar os disparos, mas foi atingido na região do tórax e não resistiu aos ferimentos.

Outra pessoa que estava no bar também foi baleada, sendo atingida no pé.

Em nota, a Polícia Civil lamentou a morte do investigador e prestou condolências aos familiares e amigos.

Conforme a instituição, Emilson tinha 24 anos de carreira na corporação, dos quais 20 foram dedicados à Delegacia de Campo Novo do Parecis.

O policial deixa quatro filhos.

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