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Escola reúne pais para apresentar planejamento estratégico do segundo semestre

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A Escola Municipal de Educação Básica (EMEB) Joaquim da Cruz Coelho realizou uma reunião de pais e mestres para apresentar o planejamento estratégico que será desenvolvido ao longo do segundo semestre letivo. Durante o encontro, a direção da unidade explicou aos responsáveis como a escola se organizou para o retorno dos alunos e detalhou as ações que serão executadas nos próximos seis meses.

A diretora da unidade, Rosalina Marques de Almeida, destacou que o planejamento pedagógico foi reorganizado para garantir a continuidade do processo de ensino-aprendizagem, assegurando que nenhum estudante ficará sem atendimento.

“Vamos utilizar diferentes estratégias para garantir a aprendizagem. O cronograma de atividades já foi elaborado e vamos cumprir cada meta estabelecida”, afirmou.

A diretora também agradeceu a participação das famílias e ressaltou a importância da presença dos pais no ambiente escolar.

“Esse encontro é um momento estratégico para alinhar o processo de ensino-aprendizagem dos alunos e fortalecer o canal de comunicação entre a escola e as famílias. Manter esse diálogo é essencial, e a participação dos responsáveis faz toda a diferença nessa construção”, destacou.

Rosalina informou ainda que novas reuniões serão realizadas até o fim do ano letivo, mas reforçou que a equipe gestora permanece à disposição da comunidade escolar sempre que necessário.

“Estamos aqui para ouvi-los, seja para uma visita, uma conversa, uma sugestão ou até mesmo uma reclamação. Quando a escola e a comunidade caminham juntas, o aprendizado ganha ainda mais significado para nossos estudantes”, completou.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Gasto com pessoal deixa Cuiabá a R$ 11 milhões do limite prudencial

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A Prefeitura de Cuiabá se aproximou do limite prudencial estabelecido pela Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) para despesas com pessoal. O gasto acumulado nos últimos 12 meses chegou a R$ 2,141 bilhões, o equivalente a 51,03% da Receita Corrente Líquida (RCL) ajustada). Com isso, o município ficou a apenas 0,27 ponto percentual do limite prudencial, fixado em 51,30%.

Os números constam no Relatório de Gestão Fiscal referente ao segundo quadrimestre de 2026, publicado pela própria Prefeitura na Gazeta Municipal. O limite de alerta previsto na legislação é de 48,60%, enquanto o teto máximo para a despesa com pessoal do Executivo municipal é de 54% da RCL.

Na prática, a margem financeira até o limite prudencial é de aproximadamente R$ 11,5 milhões. O cenário reduz o espaço para a administração municipal ampliar despesas permanentes com pessoal e exige atenção à evolução da folha nos próximos meses.

A situação ganha relevância porque a Prefeitura mantém uma folha salarial expressiva. Somente em agosto, a administração municipal informou que desembolsaria R$ 148,8 milhões em valores brutos para o pagamento dos servidores, incluindo salários, benefícios, férias, horas extras e outras verbas.

A LRF estabelece restrições quando a despesa com pessoal ultrapassa o limite prudencial. Entre as medidas previstas estão vedações à concessão de vantagens, aumentos, reajustes ou adequações de remuneração, ressalvadas as hipóteses previstas na própria legislação, além de restrições para criação de cargos e novas admissões.

A própria Lei de Diretrizes Orçamentárias de Cuiabá para 2026 determina que as despesas com pessoal sejam planejadas de modo a respeitar os limites estabelecidos pela legislação fiscal. O texto municipal também prevê restrições quando a despesa ultrapassa 57% da RCL, correspondente a 95% do limite máximo de 60% considerado para o município.

O avanço do gasto ocorre ainda em meio a novas necessidades de contratação na estrutura municipal. Na Educação, por exemplo, a Prefeitura abriu neste mês processo seletivo para 1.520 profissionais temporários que deverão atuar na rede municipal durante o ano letivo de 2027. A medida foi justificada pela necessidade de substituir servidores afastados e atender demandas temporárias da rede.

O cenário, portanto, coloca a gestão do prefeito Abilio Brunini diante do desafio de manter os serviços públicos e a folha em dia sem comprometer os limites fiscais. Caso a despesa continue avançando e ultrapasse o limite prudencial, a Prefeitura terá de observar as restrições previstas na LRF e adotar medidas para controlar o crescimento dos gastos.

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