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PC cumpre mandados contra investigado por aliciar menores de idade em redes sociais

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A Polícia Civil deflagrou, na manhã desta sexta-feira (14), a quarta fase da Operação CESI-MT, para cumprimento de ordens judiciais em investigação que apura o aliciamento de crianças e adolescentes pela internet, tendo como vítima uma menor de 11 anos de idade.

A operação, deflagrada com base em investigações conduzidas pela Delegacia Especializada de Repressão a Crimes Informáticos (DRCI), que apuram os crimes de aliciar, assediar, instigar ou constranger, por qualquer meio de comunicação, criança, com o fim de com ela praticar ato libidinoso, previsto no artigo 241-D do Estatuto na Criança e do Adolescente (ECA).
 
Na operação, são cumpridas três ordens judiciais, sendo dois mandados de busca e apreensão domiciliar e um de afastamento de sigilo telemático, deferidos pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juízo de Garantias – Polo Cuiabá.

Os mandados são cumpridos na cidade de São Jorge D’Oeste, estado do Paraná, onde o investigado reside. Os trabalhos contam com o apoio operacional da Polícia Civil do Paraná.

Investigações

As investigações iniciaram após a equipe da DRCI receber informações da Delegacia Especializada de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente (Deddica) sobre uma menor, de 11 anos, que estava recebendo mensagens de um homem, por meio aplicativo Instagram.

Nas mensagens, o usuário conversava com a menor, perguntava a sua idade e demostrava interesse em receber e enviar fotos íntimas. Ao perceber a situação, a mãe da menor pegou o aparelho celular da vítima e passou a conversar com o suspeito, que constantemente indagava se algum adulto via as conversas e se podiam fazer chamadas de vídeo.

Ao final da conversa, o suspeito solicitou se a menor poderia mandar fotos “sexies” e mesmo diante da negativa, ele enviou uma foto do órgão genital para a conta da menina.

Os fatos foram comunicados à Deddica, que realizou os procedimentos preliminares, e posteriormente encaminhou o caso para a DRCI para aprofundamento das investigações. Com o avanço das apurações, foi possível chegar à identidade do suspeito, morador da cidade de São Jorge D’Oeste (PR). As investigações apontam que o investigado já tinha passagem anterior por crime de abuso sexual.

Com base nos elementos apurados, foi representado pelas ordens judiciais contra o suspeito, que foram deferidas pela Justiça. As ordens têm como foco a apreensão de aparelhos eletrônicos e outro tipos de mídia que possam confirmar  os fatos, assim como identificar outros crimes praticados pelo suspeito e a possível participação de outros envolvidos.

Nome da operação

Cesi-MT faz referência a sigla CESI, que significa Combate a Exploração Sexual Infantil em Mato Grosso, trabalho investigativo constante na Delegacia Especializada de Crimes Informáticos (DRCI).

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Homem alvo de ataques a tiros em hotel de VG desaparece e polícia faz buscas

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Conteúdo/ODOC – Hebert Felipe de Almeida Vieira, de 36 anos, desapareceu após escapar de uma tentativa de homicídio dentro de um hotel em Várzea Grande. O caso ocorreu na noite de terça-feira (11), quando três homens armados invadiram o estabelecimento e atiraram contra ele.

A família registrou o desaparecimento, e o Núcleo de Pessoas Desaparecidas (NPD) da Polícia Civil divulgou o caso nesta quinta-feira (13).

Segundo informações repassadas pela Polícia Civil, Hebert havia avisado aos familiares que sairia de Diamantino com destino a Várzea Grande. A previsão era de que ele chegasse à cidade no dia 10 de agosto. Depois disso, porém, os parentes perderam completamente o contato e não conseguiram mais descobrir onde ele estaria.

Os familiares souberam do ataque ao hotel por meio de uma reportagem e passaram a buscar informações sobre o paradeiro de Hebert. Ao procurarem o estabelecimento, foram informados de que ninguém tinha notícias dele depois da ação dos criminosos.

Hebert é citado, ainda de maneira não confirmada pelas autoridades, em uma investigação relacionada à morte de Wellington Eduardo da Costa, localizado decapitado em Várzea Grande na tarde de terça-feira.

A suspeita de que ele pudesse ter ligação com o crime teria feito com que passasse a ser perseguido por integrantes de uma organização criminosa. A Polícia Civil, contudo, ainda apura as circunstâncias e não confirmou oficialmente qualquer participação de Hebert na morte.

Durante as diligências, circularam em grupos de WhatsApp mensagens que apontavam o desaparecido como possível envolvido em crimes praticados contra integrantes de grupos criminosos. Ele também teria sido relacionado ao sequestro, tortura e assassinato de Wellington. Hebert negou as acusações.

O ataque no hotel

O atentado aconteceu no Hotel Marion Pantanal, localizado no bairro Jardim Mundo Novo. Segundo a Polícia Militar, Hebert estava hospedado no local quando três suspeitos chegaram em um veículo do tipo sedan.

Os criminosos desceram armados e dispararam várias vezes contra a vítima. Hebert conseguiu fugir e não foi atingido pelos tiros.

Os disparos, entretanto, atingiram partes da estrutura do hotel, provocando danos no hall de entrada. Depois da ação, o trio deixou o local e, até o momento, não foi identificado.

A Polícia Civil mantém as buscas para localizar Hebert e esclarecer o que ocorreu após o ataque.

Informações que possam contribuir para encontrar Hebert podem ser repassadas ao Núcleo de Pessoas Desaparecidas pelo telefone (65) 98173-0565 ou pelo 197, canal de denúncias da Polícia Civil.

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