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Prefeito é agredido durante evento e policial penal com sinais de embriaguez acaba detido

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Conteúdo/ODOC – Um policial penal foi detido na noite de quinta-feira (3) após se envolver em uma confusão com o prefeito em exercício de Água Boa (730 km a leste de Cuiabá), Ari Zandoná, durante um evento político no município. O gestor foi atingido na cabeça por um copo e sofreu um corte.

Segundo informações da Polícia Militar, o caso ocorreu durante um adesivaço. A confusão teria começado depois que o policial penal reclamou que o veículo do prefeito estava estacionado em frente à entrada de sua garagem.

Em depoimento à PM, Ari relatou que foi avisado de que um homem estaria riscando seu veículo. Ao se aproximar, constatou que se tratava do policial penal e afirmou que o empurrou para impedir que ele continuasse danificando o carro.

Na sequência, conforme o relato do prefeito, o policial penal arremessou um copo em sua direção. O objeto atingiu Ari na cabeça e provocou um corte. Ele recebeu atendimento médico e passa bem.

De acordo com o boletim de ocorrência, o policial penal apresentava sinais visíveis de embriaguez. Após a confusão, a Polícia Militar entrou em contato com ele e tentou convencê-lo a comparecer à delegacia para prestar esclarecimentos, mas o servidor encerrou a ligação.

Pouco depois, os militares ouviram um disparo de arma de fogo vindo do interior da residência do policial penal. Diante da situação, a equipe iniciou uma negociação para que ele deixasse o imóvel.

Após alguns minutos, o policial abriu o portão da casa e foi contido pela equipe.

Durante buscas no imóvel, os militares apreenderam uma pistola Glock G19, calibre 9 mm, pertencente à Polícia Penal de Mato Grosso, além de dois carregadores. Um deles continha 14 munições e o outro, 15, totalizando 29.

O policial penal foi encaminhado à delegacia, juntamente com a arma e as munições apreendidas, para as providências cabíveis.

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PF derruba esquema nacional de comércio ilegal de madeira após apreensão de caminhão em MT

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A Polícia Federal deflagrou, nesta terça-feira (20), a Operação Ligna Ficta, para apurar a atuação de um grupo investigado por transporte e comércio ilegal de madeira nativa e por fraude nos sistemas oficiais de controle florestal.

A ação cumpriu cinco mandados de busca e apreensão nas cidades de Barro Alto/GO e Unaí/MG. As ordens judiciais foram expedidas pela Vara Federal Cível e Criminal da Subseção Judiciária de Barra do Garças/MT. 

As investigações começaram após a apreensão, em Barra do Garças, de um caminhão carregado com cerca de 52 metros cúbicos de jatobá, sem o Documento de Origem Florestal (DOF) e com nota fiscal que descrevia produto diverso do transportado.

O trabalho da PF permitiu identificar o modo de atuação do grupo. Madeireiras localizadas em Goiás e Minas Gerais atuavam de forma coordenada na negociação, no financiamento do transporte e na comercialização da madeira. Foi identificada a utilização de créditos florestais sem correspondência física de madeira, além da abertura sucessiva de empresas para dar continuidade às atividades ilegais.

Os materiais apreendidos durante o cumprimento das medidas judiciais serão submetidos à análise pericial e examinados pelos investigadores. O objetivo é delimitar a participação de cada investigado e identificar fornecedores, compradores e a origem da madeira comercializada.

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