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Vídeo mostra momento em que réu por homicídio é morto a tiros em Santo Antônio

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Conteúdo/ODOC – Imagens de uma câmera de segurança registraram o momento em que Marcos Benedito da Silva, de 47 anos, é surpreendido e morto a tiros na manhã desta quinta-feira (17), em frente à Câmara Municipal de Santo Antônio de Leverger (34 km de Cuiabá). Ele estava a caminho do Tribunal do Júri, onde seria julgado por um homicídio cometido em 2020, quando foi atacado.

Após os disparos, o suspeito fugiu do local. Marcos caiu no chão e uma equipe médica foi acionada, mas apenas constatou a morte.

Segundo a Polícia Militar, Marcos seria julgado nesta quinta-feira por um homicídio ocorrido em 2020, em Barão de Melgaço. Ele era acusado de matar o pai do principal suspeito do crime desta quinta-feira.

A PM trabalha inicialmente com a hipótese de vingança. Durante as buscas, o Ciopaer localizou o veículo que teria sido utilizado pelo suspeito na estrada principal da comunidade Varginha.

Até o momento, o suspeito não foi localizado. A Polícia Civil e a Politec estiveram no local e iniciaram os procedimentos de investigação. Câmeras de segurança e depoimentos de testemunhas devem auxiliar na identificação e localização do autor.

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Mulher morta pelo marido levou mais de 40 facadas e bebê teve cinco perfurações

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Conteúdo/ODOC – A Polícia Civil informou que Taymilla Reis da Silva, de 23 anos, brutalmente assassinada pelo marido, Jailton Gonçalves Barreira, na última quinta-feira (17), foi atingida por mais de 40 golpes de faca. O crime aconteceu em uma fazenda de São Félix do Araguaia (1.014 km de Cuiabá).

O filho do casal, Emanuel Reis Gonçalves, de apenas quatro meses, também foi atacado e sofreu cinco perfurações no tórax. Segundo o delegado Daniel Moura, o bebê estava próximo da mãe e foi esfaqueado depois que Taymilla já havia sido morta.

O delegado explicou ainda que Jailton não demonstrou abalo emocional durante o depoimento. Segundo Moura, o suspeito apenas afirmou que estava arrependido. “Ele não esboçou nenhuma reação de choro e não se mostrou abalado. Apenas disse que se arrependia”, relatou.

Em depoimento, Jailton contou que a discussão com Taymilla começou por volta das 7h, na casa onde o casal morava com os filhos. Conforme a versão apresentada por ele, o desentendimento teria começado porque a mulher queria ir embora para Porto Alegre do Norte e aguardava que os patrões fossem buscá-la.

Jailton apresentava um ferimento na cabeça e afirmou ter sido atingido pela mulher com um pedaço de madeira durante a discussão. Para o delegado, porém, a lesão pode ter ocorrido quando Taymilla tentou se defender do ataque.

Moura ressaltou que o ferimento não pode ser usado como justificativa para a violência praticada contra a mulher e o bebê. A dinâmica completa do crime ainda depende da conclusão dos exames periciais.

Horas antes do ataque, Taymilla havia ligado para a mãe pedindo ajuda e dizendo que acreditava que seria morta pelo companheiro. O irmão dela, de 18 anos, foi até a propriedade e chegou a presenciar o momento em que Jailton puxava os cabelos da irmã enquanto desferia os golpes de canivete.

Segundo o relato feito à Polícia Civil, o bebê ainda estava vivo naquele momento e chorava muito. O rapaz deixou o local para pedir ajuda.

Mãe e filho foram encontrados a cerca de 700 metros da casa onde moravam com Jailton, o que, segundo a investigação, indica que Taymilla tentava deixar o local quando foi atacada.

Além do bebê, o casal tinha outros três filhos, com idades entre 3 e 8 anos. As crianças estavam na casa dos avós no momento do crime.

Durante as buscas, Jailton foi encontrado dormindo. Conforme o boletim de ocorrência registrado pela Polícia Militar, ele foi preso sem oferecer resistência.

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