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Viva Maria celebra o Dia do Livro e a poesia de Drummond

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No  Dia do Livro Viva Maria antecipa o DIA D – dia de celebrar o aniversário do poeta maior do Brasil 

A festa acontece na livraria Sebinho em Brasilia  com uma programação especial . Confira a entrevista de Cida Caldas , uma das organizadoras do evento.

Olá, amigas e amigos da leitura!Nesta edição,nosso programa abre o livro, porque 29 de outubro é o dia dele. Portanto, não desperdice a oportunidade de  prestar homenagem aquela autora ou autor que escreveu um livro que mudou a sua vida!

Se preferir, escolha um livro que todo mundo tem que ler e que,por isso,  deva ser compartilhado!

Agora, se assim como eu você tem um livro que é o seu preferido…. faça como eu que tal uma postagem sobre ele no Instagram, por exemplo .

A convite das redes sociais da Rádio Nacional   eu atendi ao chamado do pessoal para comemorar este 29 de outubro  falando  do meu livro de cabeceira. Para saber quem é ele, acesse @radionacionalbr

Agora,do virtual ao presencial eu já estou me preparando para o “dia D” porque nele pretendo viver a experiência de me deixar abraçar por uma “Canção Amiga” feita pelo poeta maior do Brasil! Carlos Drummond de Andrade. Não por acaso, de Paulo Diniz, na música José,  às declamações de  Maria Bethânia, artistas consagrados como Milton Nascimento se rederam aos seus poemas e livros!

Viva Maria conversa agora  com Cida Caldas sobre a programação do Dia D que vai acontecer no próximo sábado, dia do aniversário de Drummond, na Livraria Sebinho que há 41 anos nos proporciona momentos  inesquecíveis onde a cultura se traduz em verso, prosa , romance e gastronomia. 


Fonte: EBC Cultura

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Museu Nacional reúne povos quilombolas no esforço de reconstrução

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O Museu Nacional da Universidade Federal do Rio de Janeiro realiza, nesta quarta e quinta-feira (28 e 29), o evento “Diálogos da Reconstrução”, um debate com diferentes povos para a escolha de modos de transmitir seus conhecimentos dentro da instituição.

A ideia é que os grupos participantes integrem o processo de reconstrução do espaço, fechado desde 2018 devido a um incêndio de grandes proporções, tendo seus saberes, práticas e narrativas valorizados e difundidos.

Nesta terceira edição do Diálogos, o foco são as comunidades quilombolas, para abordar a preservação da memória, a produção cultural e a transmissão dos saberes desses grupos.

Um dos destaques da programação é a doação do acervo pessoal de Mãe Bernadete à instituição. A ialorixá e líder comunitária, assassinada em 2023, tornou-se referência na luta por direitos dos povos quilombolas.

A historiadora do Museu Nacional, Michele de Barcelos Agostinho, destaca a importância de incluir os diferentes povos brasileiros na reconstrução do Museu.

“O Museu Nacional é o museu mais antigo da América Latina, sofreu um grande incêndio em 2018. A gente está nesse processo de reconstrução  e a gente quer um museu que seja plural, polifônico, diverso, democrático, então ter a participação desses grupos para nós é fundamental”.

A especialista acrescenta que a sociedade brasileira precisa conhecer mais a cultura quilombola.

“Quando se fala em quilombo, normalmente se pensa em Palmares. Grande parte da sociedade desconhece o número de comunidades remanescentes quilombolas que nós temos, inclusive aqui no Rio de Janeiro, passa de 50. Então, as pessoas precisam de fato conhecer esses territórios, e não só conhecer o território, mas entender as lutas e os desafios que os grupos que ali vivem enfrentam”.

Esta é a terceira edição do Diálogos em Reconstrução, que conta com parceria da Associação de Comunidades Quilombolas do Rio de Janeiro e a Coordenação Nacional das Comunidades Quilombolas.

 


Fonte: EBC Cultura

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