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Equipes da Polícia Federal e Ibama são alvo de tiros em terra indígena de MT

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Conteúdo/ODOC – Equipes da Polícia Federal (PF) e do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) foram alvo de disparos de arma de fogo durante uma operação de combate à extração ilegal de madeira na Terra Indígena Sete de Setembro, que abrange os municípios de Rondolândia (MT) e Cacoal (RO). O ataque ocorreu na sexta-feira (6), quando os agentes deixavam a área fiscalizada.

Segundo a Polícia Federal, os agentes encontraram a estrada bloqueada por árvores derrubadas, em uma tentativa de impedir a passagem das equipes. Durante o deslocamento, foram surpreendidos por disparos de arma de fogo. Apesar do ataque, ninguém ficou ferido.

A ação ocorreu durante a Operação Lenha Fria, deflagrada pela PF em conjunto com o Ibama e a Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai), com o objetivo de combater a exploração ilegal de madeira na região.

Durante a fiscalização, uma pessoa foi presa em flagrante, suspeita de explorar ilegalmente uma floresta localizada em terra de domínio público. Com ela, foram apreendidos uma motosserra, dois aparelhos celulares e uma antena de internet via satélite.

Os agentes também localizaram um trator e duas motocicletas utilizados na logística da extração clandestina de madeira. Os veículos foram inutilizados no próprio local pelo Ibama.

Além disso, o órgão ambiental inutilizou 14 toras de madeira, que precisaram ser cortadas para a execução da medida.

A Polícia Federal informou que irá investigar os disparos contra as equipes de fiscalização, a fim de esclarecer as circunstâncias do ataque e identificar os responsáveis.

A Terra Indígena Sete de Setembro é tradicionalmente ocupada pelo povo Paiter Suruí. Por se tratar de uma área pertencente à União, a retirada de madeira sem autorização dos órgãos competentes constitui crime de competência da Justiça Federal.

O suspeito preso durante a operação foi autuado em flagrante pelo crime de desmatamento ou exploração econômica de floresta em terras de domínio público sem autorização, previsto no artigo 50-A da Lei de Crimes Ambientais.

A pena prevista é de dois a quatro anos de reclusão, além de multa.

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Vídeo flagra suposto policial atirando para o alto dentro de condomínio em Cuiabá

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Conteúdo/ODOC – Imagens de uma câmera de segurança flagraram o momento em que um homem que se apresentou como policial civil efetuou diversos disparos de arma de fogo para o alto, na madrugada deste sábado (7), no Condomínio Chapada dos Colibris, em Cuiabá. O suspeito, que seria recém-formado na corporação, foi preso pela Polícia Militar.

Na gravação, o homem aparece caminhando de um lado para o outro enquanto mexe no celular. Em determinado momento, é possível ouvir uma sequência de disparos de arma de fogo.

Segundo o boletim de ocorrência, o síndico do condomínio relatou ter recolhido cinco cápsulas de munição calibre 9 milímetros nas dependências do residencial.

A Polícia Militar foi acionada pelo Centro Integrado de Operações de Segurança Pública (Ciosp), após receber uma denúncia de que um homem, supostamente policial civil, estaria alterado e efetuando disparos no local.

Ao chegarem ao condomínio, os militares foram até o imóvel do suspeito e o chamaram diversas vezes. Quando ele saiu, foi abordado e submetido a uma revista pessoal.

Durante a busca, os policiais encontraram uma pistola Glock calibre 9 milímetros na cintura do homem, além de um carregador com nove munições intactas. Um segundo carregador, contendo outras 15 munições do mesmo calibre, também foi apreendido.

Questionado, o suspeito afirmou ser policial civil, mas disse que não estava com a carteira funcional nem com o celular que permitiria acessar sua identificação digital.

Diante da situação, ele recebeu voz de prisão e foi encaminhado à Central de Flagrantes, juntamente com a arma e as munições apreendidas.

Até o momento, não há confirmação oficial sobre o vínculo do suspeito com a Polícia Civil.

Vídeo (Fonte: Olhar Direto):

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