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Chef Cuiabano avança para 2ª fase com 29 candidatos

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Cuiabá

A Secretaria Municipal de Educação divulgou no dia 17 de setembro o resultado das receitas classificadas para a semifinal do concurso de alimentação escolar “Chef Cuiabano”. A edição contou com ótima participação dos Técnicos em Nutrição Escolar (TNE – merendeiros e merendeiras), totalizando 114 inscritos.

A equipe técnica de nutricionistas e gastrônomos da Coordenadoria de Nutrição Escolar avaliou todas as receitas, seguindo os critérios estabelecidos em edital: viabilidade de execução no âmbito do PNAE (Plano Nacional de Alimentação Escolar), originalidade, criatividade e uso de ingredientes disponíveis na merenda.

Após a análise, 29 preparações foram selecionadas para a etapa semifinal, que terá início no dia 22 de setembro e seguirá até 3 de outubro de 2025, conforme o cronograma definido.

Essa fase será realizada por meio de votação popular, com formulário eletrônico enviado por e-mail às unidades escolares, disponível no link: https://forms.gle/p8NQnN2Ye33uw1sR7

A coordenadora da Alimentação Escolar, Dryeli Stephani, destacou a importância da participação coletiva: “Para a semifinal, contamos com toda a comunidade escolar: pais, professores, familiares, todos podem votar na receita que mais agradar. Será permitido apenas um voto por pessoa, vinculado ao e-mail utilizado para responder o formulário eletrônico”.

O Chef Cuiabano é um concurso de receitas criado para valorizar o trabalho dos merendeiros e merendeiras que atuam na rede municipal de Cuiabá. Na etapa final, marcada para o dia 24 de outubro, os TNEs terão de preparar ao vivo suas criações, concorrendo a uma premiação de até R$ 8 mil para o grande vencedor.

#PraCegoVer
A foto mostra uma técnica em nutrição escolar posando em ambiente escolar. À sua frente, estão pratos de vidro com arroz, feijão, carne moída e verduras.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Cuiabá

Fávaro pede remoção de reportagens e direito de resposta após ação movida por pesquisadora

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O senador Carlos Fávaro (PSD) informou, nesta segunda-feira (20), que ingressou com uma representação na Justiça Eleitoral para solicitar a retirada de reportagens que relacionam seu nome a uma ação de indenização proposta por uma pesquisadora em Cuiabá. Além da remoção das publicações, o parlamentar requer a concessão de direito de resposta nos mesmos veículos de comunicação.

Em nota, Fávaro afirma que as matérias fazem parte de uma campanha de desinformação com objetivo de prejudicar sua imagem durante o período eleitoral.

“O que assistimos nos últimos dias foi uma tentativa deliberada e orquestrada de associar o meu nome a uma denúncia com o nítido objetivo de gerar prejuízo político em pleno período eleitoral”, declarou.

Segundo a defesa do senador, o contrato para a realização da pesquisa foi firmado entre o Diretório Estadual do PSD de Mato Grosso e a empresa Rumo Serviços Publicitários Ltda., responsável pela execução do trabalho e pela contratação das equipes de campo. Os advogados sustentam que Fávaro não participou da contratação nem da gestão dos pesquisadores envolvidos.

Na representação, a defesa também questiona aspectos formais da ação de indenização apresentada pela pesquisadora, argumentando que documentos como a procuração e a declaração de hipossuficiência teriam sido protocolados sem assinatura.

Entenda o caso

A manifestação do senador ocorre após uma pesquisadora ajuizar uma ação na Justiça em que pede indenização de R$ 65,6 mil. No processo, ela afirma ter sido contratada para atuar em uma pesquisa de opinião pública com remuneração mensal de R$ 1,8 mil, mas alega que, posteriormente, o modelo de pagamento foi alterado para diárias de R$ 75 condicionadas ao cumprimento de metas.

A autora da ação também sustenta que passou a receber apenas pelas entrevistas consideradas válidas, sem que houvesse critérios claros para a aprovação dos questionários, e afirma ter realizado 499 entrevistas durante o período em que trabalhou.

Entre as alegações apresentadas à Justiça, a pesquisadora afirma ainda que os entrevistadores eram orientados, por meio de um grupo de WhatsApp, a enviar fotografias para comprovar a realização das entrevistas, situação que, segundo ela, os expunha a riscos durante o trabalho. Ela também relata que não havia fornecimento de água potável para a equipe durante a jornada.

O processo segue em tramitação. A juíza Ana Cristina Silva Mendes determinou o encaminhamento do caso ao Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc), onde as partes poderão buscar uma solução consensual antes do prosseguimento da ação.

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