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Iniciativa da vereadora Katiuscia fortalece a regularização fundiária em Cuiabá

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Aline Coelho – Assessoria da vereadora Katiuscia Manteli

A regularização fundiária representa muito mais do que um processo burocrático: é a solução para uma angústia que acompanha milhares de famílias que ainda não possuem o título definitivo de seus imóveis. Ciente dessa realidade, a vereadora Katiuscia Manteli (PSB), participa de articulações para a realização desse sonho comunitário.

Na última semana, esteve mais uma vez na Secretaria Municipal de Habitação e Regularização Fundiária, ao lado da secretária Michele Dreher e de lideranças comunitárias para articular e acompanhar os avanços nos processos que vão garantir segurança jurídica e dignidade aos moradores de bairros de Cuiabá.

A agenda contemplou quatro bairros: Alto da Boa Vista, Pico do Amor, Novo Paraíso II e João Bosco Pinheiro.

A vereadora reforçou que a luta pela regularização é uma das prioridades do mandato: “Estamos cobrando e acompanhando de perto cada etapa. São famílias que esperam há décadas pelo documento definitivo da casa própria e nós acreditamos que, com o empenho da gestão municipal, este sonho vai se tornar realidade.”

Segundo a secretária, todos os processos estão em andamento, cada um em fase distinta, porém, apresentando avanços significativos.

Michele Dreher destacou que a pasta tem tratado a regularização fundiária como estratégico da gestão do prefeito Abílio Brunini (PL), garantindo celeridade aos processos.

Fonte: Câmara de Cuiabá – MT

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José Riva chama Mauro de “falso moralista” e defende denúncia de Janaina sobre caso da Oi

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O ex-presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, José Geraldo Riva, elevou o tom contra o ex-governador Mauro Mendes (União) em meio à disputa eleitoral de 2026. Em declaração divulgada pela Gazeta Digital, Riva classificou Mauro como “falso moralista” ao comentar a Operação Heritage, que investiga um suposto esquema envolvendo um acordo firmado entre o Governo de Mato Grosso e a empresa de telefonia Oi.

A investigação apura possíveis irregularidades em um acordo judicial e administrativo que envolveu aproximadamente R$ 308 milhões. A operação foi deflagrada pela Polícia Federal por determinação do Supremo Tribunal Federal (STF) e teve entre as medidas cumpridas a apreensão do passaporte de Mauro Mendes.

Riva saiu em defesa da denúncia apresentada por sua filha, a deputada estadual Janaina Riva (MDB), que atualmente disputa uma vaga ao Senado e tem Mauro como um de seus principais adversários na corrida eleitoral. Segundo o ex-deputado, a denúncia não foi vazia e teria elementos suficientes para justificar a abertura da investigação.

“Quando o STF determina essa operação, é lógico que eles viram fundamento. Não é porque a Janaina fez uma denúncia vazia. Ela existe: são R$ 308 milhões que, comprovadamente, parte foi desviada”, afirmou.

Ao atacar Mauro, Riva também fez referência ao discurso de cobrança moral adotado pelo ex-governador contra adversários políticos. Para ele, antes de apontar erros de outras pessoas, Mauro deveria observar também a própria trajetória e as acusações que agora estão sob investigação.

“Antes de você falar dos outros, você tem que olhar para si. É muito fácil chegar aqui e atacar todo mundo, mas a gente tem que olhar também para nossas práticas”, disparou.

O ex-presidente da Assembleia ainda recorreu ao conhecido ditado “faça o que eu falo, mas não o que eu faço” para reforçar a crítica e afirmou que qualquer pessoa que cometer irregularidades deve responder perante a Justiça, independentemente de posição política.

“A gente erra, a gente paga. Eu paguei, ele vai pagar, e todo mundo que errar está sujeito a pagar perante a Justiça. Não é o Mauro, é o Mauro, é o Lula, é todo mundo que errar”, declarou.

Riva também mencionou os ataques que, segundo ele, sua família sofreu ao longo dos anos e citou nominalmente sua esposa, Janete Riva, afirmando que ela teria sido alvo de críticas de Mauro.

A manifestação ocorre em um momento de forte acirramento entre Mauro Mendes e Janaina Riva. A deputada é uma das principais adversárias do ex-governador na disputa pelo Senado, e o caso envolvendo a Oi se tornou mais um ponto de confronto entre os dois grupos políticos.

Mauro, por sua vez, nega ter obtido qualquer vantagem indevida no acordo e classifica as acusações como uma “armação política” e uma tentativa de desgastá-lo eleitoralmente. Segundo a versão do ex-governador, o entendimento com a Oi teria encerrado um litígio considerado vantajoso para os cofres públicos.

A Operação Heritage investiga justamente se o acordo foi utilizado para mascarar repasses e eventual lavagem de dinheiro público. As apurações apontam que cerca de R$ 308,1 milhões foram movimentados por meio de fundos de investimento e empresas interpostas. Até o momento, as suspeitas são objeto de investigação e não representam condenação dos envolvidos.

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