Cuiabá

Limpurb vai atender 17 bairros em uma semana com a Operação Cata Treco

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Cuiabá

A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Empresa Cuiabana de Zeladoria e Serviços Urbanos (Limpurb), segue com as ações do programa Cata-treco e atenderá, entre os dias 14 e 20 de julho, 17 bairros da capital. A iniciativa tem como foco facilitar o descarte adequado de materiais inservíveis, promovendo mais limpeza, segurança e saúde pública nos bairros.

A ação consiste na coleta gratuita de móveis e objetos em desuso que não são recolhidos pela coleta tradicional, como sofás, camas, colchões, mesas, armários e geladeiras. Para que o serviço seja realizado corretamente, os itens devem ser colocados na calçada, em frente às residências, até as 7h da manhã do dia agendado, de forma visível e organizada.

A Limpurb destaca que alguns resíduos não são aceitos pelo programa, como restos de poda de árvores, pneus, vidros, baterias, pilhas, entulhos da construção civil, latas de tinta e pedaços de madeira. Esses materiais devem ser encaminhados aos ecopontos ou locais autorizados para descarte.

Ao todo, cerca de 20 profissionais estarão envolvidos diariamente na execução do serviço, que começa pela manhã e segue até a finalização dos atendimentos nos bairros programados. Quem desejar pode também agendar o recolhimento em outras datas, por meio dos telefones (65) 3645-5518 ou (65) 99243-6502 (WhatsApp).

Confira o cronograma completo:

Segunda-feira (14/07)

– Bela Vista

– Jardim Itamarati

– Residencial Santa Inês

Terça-feira (15/07)

– Residencial Milton Figueiredo

– Três Barras Setor 3

– Jardim Europa

Quarta-feira (16/07)

– Cidade Alta

– Cohab Nova

– Jardim Primavera

Quinta-feira (17/07)

– Coophema

– Coxipó da Ponte

– Jardim Gramado

Sexta-feira (18/07)

– Condomínio Quintas do Coxipó

– Santa Cruz I

– Santa Cruz II

Sábado (19/07)

– Jockey Club

– Vista Alegre

O Cata-treco é uma das estratégias de combate ao descarte irregular de resíduos em Cuiabá, promovendo a preservação ambiental e a melhoria da qualidade de vida da população.

#PraCegoVer

A imagem mostra os caminhões da Limpurb realizando a retirada de móveis inservíveis através do programa cata-treco.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Cuiabá

Após veto da ALMT, novo presidente do TJ promete retomar reajuste de servidores

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O desembargador José Luiz Leite Lindote, eleito para presidir o Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) no biênio 2027-2028, pretende reabrir a discussão sobre o reajuste salarial de 6,8% dos servidores do Judiciário. A proposta foi barrada após a Assembleia Legislativa manter o veto do Executivo, mas o futuro presidente da Corte afirma que buscará uma nova negociação com os deputados estaduais e o governo.

Na avaliação de Lindote, o resultado da votação foi influenciado pela falta de entendimento entre as instituições durante a tramitação do projeto. Ele defendeu uma aproximação maior com o Legislativo e o Executivo para construir uma alternativa que permita conceder o aumento à categoria.

“Eu acredito que faltou um melhor diálogo, um melhor consenso em conversas com a Assembleia e com o governador de Estado”, afirmou o desembargador ao comentar o impasse.

Lindote garantiu que pretende reapresentar a proposta e demonstrou confiança na possibilidade de chegar a um acordo. Segundo ele, a nova tentativa deverá ser conduzida por meio de conversas com os parlamentares, com o objetivo de demonstrar a necessidade da recomposição salarial.

O magistrado também argumentou que os vencimentos dos servidores estão defasados e defendeu que a autonomia entre os Poderes seja respeitada na discussão. Para ele, a possibilidade de outros setores do funcionalismo reivindicarem reajustes semelhantes não deve impedir que o Judiciário busque corrigir a remuneração de seus próprios servidores.

A declaração ocorre após a Assembleia Legislativa manter, na quarta-feira (7), o veto integral ao Projeto de Lei nº 1.398/2025, que previa o aumento de 6,8% para os servidores efetivos do Tribunal de Justiça. A votação terminou com 12 votos favoráveis à manutenção do veto e seis contrários, enquanto outros seis deputados estavam ausentes.

O veto havia sido apresentado pelo então governador Mauro Mendes (União Brasil), sob o argumento de que a proposta não apresentava estudos atualizados suficientes sobre o impacto financeiro nem indicava uma fonte permanente de recursos para custear a despesa. O governo também apontou possíveis reflexos sobre as contas públicas e o risco de reivindicações semelhantes em outras carreiras.

Com a decisão dos deputados, o reajuste não poderá ser aplicado nos moldes do projeto barrado. Uma nova tentativa dependerá da construção de outra proposta e da articulação necessária para superar os questionamentos que levaram ao veto.

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