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Maria Avalone prioriza políticas para mulheres, saúde mental e ações comunitárias no primeiro ano de mandato

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Cuiabá

DNA | Assessoria da vereadora Maria Avalone 

Com uma atuação marcada pela defesa dos direitos das mulheres e pelo fortalecimento das políticas de saúde mental, a vereadora Maria Avalone (PSDB), conhecida como “Maria do Bairro” pela forte presença comunitária, encerra seu primeiro ano de mandato, em 2025, com resultados concretos no Legislativo e presença ativa nos bairros de Cuiabá.

Como presidente da Comissão dos Direitos das Mulheres da Câmara Municipal, a parlamentar liderou debates e ações voltadas ao enfrentamento da violência de gênero, ampliando o diálogo entre poder público, instituições e sociedade civil. Entre as iniciativas, destaca-se a reunião que marcou o lançamento do movimento “Eles por Elas”, que busca mobilizar homens como aliados na promoção da igualdade, do respeito e da segurança das mulheres. Maria Avalone também está à frente da Procuradoria Especial da Mulher, órgão que fortalece a defesa, o acolhimento e a orientação às mulheres em situação de vulnerabilidade.

No campo legislativo, é autora de projetos com impacto social direto, como o projeto voltado ao karatê, fortalecendo o esporte como ferramenta de inclusão social, além da lei que institui o relatório temático “Orçamento Mulher”. Também apresentou e aprovou moções de aplauso a diferentes categorias profissionais, reconhecendo o trabalho de classes que contribuem para o desenvolvimento social e econômico da cidade.

Ao longo de 2025, protocolou mais de 690 indicações, atendendo demandas da população em áreas como mobilidade urbana, infraestrutura e serviços públicos, reforçando seu papel fiscalizador e de interlocução junto ao Executivo municipal.

Na área social, realizou ações que marcaram o ano, como o Natal nos Bairros e o Dia da Alegria, promovendo integração social, valorização das famílias e cidadania em diversas regiões da capital.

A saúde mental é uma das principais bandeiras do mandato. Durante a campanha “Setembro Amarelo”, apresentou o Projeto Escuta, iniciativa voltada ao acolhimento psicológico, além de atuar junto à Prefeitura de Cuiabá na busca por investimentos nos CAPS. A parlamentar também acompanha e fiscaliza políticas de saúde bucal, ampliando o cuidado integral com a população.

Engajada na pauta ambiental, integra a Comissão de Meio Ambiente da Câmara Municipal, atuando na defesa de políticas voltadas ao cuidado com o lixo, à preservação ambiental e à melhoria da qualidade de vida.

Para a vereadora, o primeiro ano de mandato foi marcado por trabalho, presença e ação concreta. “Não é só discurso. É estar nos bairros, ouvir as pessoas e buscar soluções reais para Cuiabá. Em 2026, o compromisso é avançar ainda mais”, afirmou.

Fonte: Câmara de Cuiabá – MT

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Cuiabá

Moretti diz que foi difícil contrariar o PL, mas afirma: “Não dava para caminhar com Wellington”

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A prefeita de Várzea Grande, Flávia Moretti (PL), afirmou que a decisão de contrariar a orientação do próprio partido e apoiar Otaviano Pivetta (Republicanos) na disputa pelo Governo de Mato Grosso não foi simples. Após a confirmação da vitória do governador nas urnas, ela voltou a explicar os motivos que a levaram a escolher um caminho diferente do candidato de sua legenda, Wellington Fagundes.

Moretti acompanhou a comemoração da vitória de Pivetta na noite deste domingo (4), na Praça do Choppão, em Cuiabá. A prefeita disse estar “muito feliz” com o resultado e destacou também a relação de amizade que mantém com o governador reeleito.

Durante a declaração, a prefeita reconheceu que havia uma expectativa de que seguisse a candidatura de Wellington por ambos serem filiados ao PL. No entanto, afirmou que, diante do cenário político, decidiu apoiar Pivetta.

“Foi difícil decidir esse apoio, porque a gente tinha o PL, o candidato do partido, mas não dava para caminhar com ele”, declarou Moretti.

A posição adotada pela prefeita provocou desgaste em sua relação com setores da direção estadual do PL durante a campanha. Em setembro, Moretti chegou a admitir a possibilidade de deixar a legenda e afirmou ter recebido convites de outros partidos, entre eles o Republicanos, de Pivetta.

A mudança de posicionamento também ocorreu depois de meses de tensão política entre Moretti e integrantes do PL. Antes do período eleitoral, a prefeita havia afirmado que acompanharia a orientação partidária e manifestado apoio a Wellington, mas posteriormente passou a atuar publicamente pela candidatura de Pivetta.

A aposta de Moretti terminou com a reeleição de Pivetta. O governador conquistou 848.298 votos, 61,14% dos votos válidos, e garantiu mais quatro anos no comando do Estado ainda no primeiro turno.

Wellington Fagundes terminou em segundo lugar, com 430.442 votos, equivalentes a 23,19%, diferença de 154.832 votos para Pivetta.

O resultado também marcou uma derrota eleitoral para o candidato do PL, que havia apostado na disputa pelo Palácio Paiaguás enquanto mantinha o mandato de senador até 2031.

Para Moretti, a vitória de Pivetta representa também a confirmação da escolha política feita durante a campanha, mesmo diante do conflito com a direção do partido ao qual ainda pertence.

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