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Pivetta anuncia passarela na Avenida da FEB para reduzir risco de atropelamentos em Várzea Grande

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O governador de Mato Grosso e candidato à reeleição, Otaviano Pivetta (Republicanos), anunciou no sábado (8) a implantação de uma passarela para pedestres na Avenida da FEB, em Várzea Grande. A estrutura deverá conectar a região da Manga ao bairro Ponte Nova, em um dos trechos de maior circulação de veículos da avenida.

A medida busca atender uma antiga demanda de moradores que enfrentam dificuldades para atravessar a via com segurança. O trecho já registrou acidentes, inclusive com mortes, e a situação é considerada especialmente preocupante nos horários de maior movimento.

A necessidade de uma travessia segura também afeta diretamente usuários do transporte coletivo. Os pontos de ônibus ficam em lados opostos da avenida e, atualmente, passageiros precisam cruzar as pistas para chegar aos locais de embarque e desembarque, dividindo espaço com carros, motocicletas, ônibus e veículos pesados.

A Avenida da FEB é uma das principais ligações viárias de Várzea Grande e possui fluxo intenso durante boa parte do dia. Com a instalação da passarela, a expectativa é retirar os pedestres da faixa de rolamento e diminuir a exposição ao risco de atropelamentos.

Por determinação de Pivetta, a demanda foi encaminhada à Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra), que deverá conduzir os procedimentos necessários para viabilizar a implantação da estrutura.

A passarela deverá beneficiar principalmente os moradores que utilizam diariamente o transporte coletivo e precisam fazer a travessia entre os dois lados da avenida.

Até o momento, o Governo do Estado não divulgou o valor estimado da obra, o prazo para início da construção ou a previsão para conclusão da passarela.

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Vereador é torturado por três horas e tem parte da orelha cortada durante assalto em MT

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O vereador Wesley Cláudio (Novo), de Rondonópolis, e sua família viveram horas de terror durante um assalto dentro da residência do parlamentar, na madrugada desta segunda-feira (28). Segundo informações repassadas à Polícia Militar, as vítimas foram mantidas amarradas e sofreram agressões durante aproximadamente três horas.

Os criminosos teriam invadido o imóvel e rendido Wesley, a esposa e os dois filhos. Durante a ação, o grupo exigiu dinheiro e afirmou que vinha monitorando o vereador havia alguns dias. Os suspeitos diziam ter recebido a informação de que ele manteria cerca de R$ 1 milhão em casa, supostamente destinado à compra de votos. Wesley negou possuir o valor.

A violência continuou mesmo depois de os criminosos encontrarem dinheiro na residência. O vereador teria sido agredido diversas vezes e, em determinado momento, sofreu uma coronhada na cabeça. Na sequência, um dos invasores teria utilizado uma faca para cortar parte da orelha direita do parlamentar, provocando intenso sangramento. A esposa também teria sido agredida e enforcada.

O filho de 9 anos também teria sido ameaçado pelos criminosos, que disseram que cortariam a mão da criança caso o dinheiro não fosse entregue. O filho mais velho, de 18 anos, também foi agredido e posteriormente conseguiu escapar das amarras e libertar os familiares.

Segundo o levantamento inicial, os assaltantes levaram cerca de R$ 38 mil que estavam na casa e outros R$ 4 mil que estavam no veículo da família, além de celulares, joias e outros objetos. Eles também fugiram em um Volkswagen Polo branco pertencente à Câmara Municipal de Rondonópolis.

Durante o crime, os suspeitos teriam feito uma chamada de vídeo com outras pessoas. Conforme o relato apresentado à polícia, três ou quatro indivíduos participavam da ligação, sendo que um deles teria orientado os criminosos que estavam dentro da residência.

Após a fuga, o filho de 18 anos conseguiu sair do imóvel, contornar a casa e retornar pela cozinha, onde arrombou a porta do quarto e libertou os pais e o irmão. O Samu foi acionado e encaminhou Wesley e a esposa ao Hospital Regional de Rondonópolis.

A Polícia Civil investiga o caso. A Politec realizou perícia na residência, que apresentava portas danificadas, sinais de arrombamento e grande quantidade de sangue. Até o momento das informações divulgadas, os suspeitos ainda não haviam sido localizados.

As circunstâncias e a eventual motivação do crime ainda serão esclarecidas pela investigação. A informação de que os criminosos acreditavam que havia dinheiro destinado à compra de votos consta do relato apresentado pela família à polícia e, até o momento, não representa comprovação de que qualquer valor tivesse essa finalidade.

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