Cuiabá

Policiais destacam valorização do trabalho em cerimônia no Legislativo

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Cuiabá

Nathany Gomes | Assessoria da vereadora Paula Calil 

A presidente da Câmara Municipal de Cuiabá, vereadora Paula Calil (PL), concedeu, nesta quarta-feira (10), Moção de Aplauso aos agentes da Polícia Militar e da Polícia Judiciária Civil de Mato Grosso, em reconhecimento ao trabalho desempenhado em favor da segurança e proteção da população. Durante a cerimônia, os homenageados se emocionaram ao agradecer à parlamentar e reforçaram a importância do apoio institucional às forças de segurança.

O 1º sargento da PMMT, Jefferson Marcos Piffer, destacou em seu pronunciamento o papel da atuação policial na região do bairro Tropical Ville, trabalho reconhecido tanto pelos moradores quanto pela liderança comunitária Iranir de Almeida.

“Quero agradecer de coração, vereadora, por essa homenagem tão bem recebida. Esse reconhecimento nos dá gás para continuar lutando todos os dias. Saiba que pode contar conosco sempre que precisar. Temos muito orgulho em contribuir com essa e outras localidades da nossa cidade. Agradeço também a Iranir pela lembrança”, declarou o militar.

Representando os moradores, Iranir de Almeida reconheceu a atenção que Paula Calil tem dedicado à comunidade, resultando em melhorias significativas para os moradores em diversos setores. Ela ressaltou, ainda, que a parceria com a Polícia Militar tem sido fundamental para fortalecer a segurança nos bairros do entorno.

“A senhora tem sido uma grande parceira da segurança pública e de todos os que trabalham pela população. No meu bairro, especialmente, sua atenção faz toda diferença. Com seu olhar sensível voltado para nossa região, temos certeza de que ali continuará prosperando. Aqui temos heróis valorosos que fazem a diferença em nosso dia a dia”, afirmou.

A vereadora Paula Calil afirmou sentir-se honrada em proporcionar o momento de reconhecimento e evidenciar os relevantes serviços prestados pelos policiais.

“A dedicação de todos da Polícia Militar e da Polícia Civil é percebida diariamente pela população. Muitas vezes, o trabalho de vocês começa muito antes que a sociedade veja os resultados: começa no planejamento, na disciplina, na coragem e no compromisso de servir. Agradeço ainda a parceria das lideranças comunitárias, como a presidente Iranir, que tem sido uma grande aliada na integração entre a comunidade e a força policial. Recebam esta homenagem como um gesto de respeito da Câmara Municipal e do povo cuiabano. Saibam que essa Casa continuará sendo parceira de vocês, apoiando projetos, ouvindo demandas e reconhecendo o valor que cada um tem para a nossa sociedade”, afirmou a parlamentar.

Ao final da solenidade, os homenageados reforçaram que a valorização institucional é um estímulo importante para a continuidade do trabalho. Mais de 20 policiais foram agraciados com a honraria.

Fonte: Câmara de Cuiabá – MT

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Cuiabá

José Riva chama Mauro de “falso moralista” e defende denúncia de Janaina sobre caso da Oi

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O ex-presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, José Geraldo Riva, elevou o tom contra o ex-governador Mauro Mendes (União) em meio à disputa eleitoral de 2026. Em declaração divulgada pela Gazeta Digital, Riva classificou Mauro como “falso moralista” ao comentar a Operação Heritage, que investiga um suposto esquema envolvendo um acordo firmado entre o Governo de Mato Grosso e a empresa de telefonia Oi.

A investigação apura possíveis irregularidades em um acordo judicial e administrativo que envolveu aproximadamente R$ 308 milhões. A operação foi deflagrada pela Polícia Federal por determinação do Supremo Tribunal Federal (STF) e teve entre as medidas cumpridas a apreensão do passaporte de Mauro Mendes.

Riva saiu em defesa da denúncia apresentada por sua filha, a deputada estadual Janaina Riva (MDB), que atualmente disputa uma vaga ao Senado e tem Mauro como um de seus principais adversários na corrida eleitoral. Segundo o ex-deputado, a denúncia não foi vazia e teria elementos suficientes para justificar a abertura da investigação.

“Quando o STF determina essa operação, é lógico que eles viram fundamento. Não é porque a Janaina fez uma denúncia vazia. Ela existe: são R$ 308 milhões que, comprovadamente, parte foi desviada”, afirmou.

Ao atacar Mauro, Riva também fez referência ao discurso de cobrança moral adotado pelo ex-governador contra adversários políticos. Para ele, antes de apontar erros de outras pessoas, Mauro deveria observar também a própria trajetória e as acusações que agora estão sob investigação.

“Antes de você falar dos outros, você tem que olhar para si. É muito fácil chegar aqui e atacar todo mundo, mas a gente tem que olhar também para nossas práticas”, disparou.

O ex-presidente da Assembleia ainda recorreu ao conhecido ditado “faça o que eu falo, mas não o que eu faço” para reforçar a crítica e afirmou que qualquer pessoa que cometer irregularidades deve responder perante a Justiça, independentemente de posição política.

“A gente erra, a gente paga. Eu paguei, ele vai pagar, e todo mundo que errar está sujeito a pagar perante a Justiça. Não é o Mauro, é o Mauro, é o Lula, é todo mundo que errar”, declarou.

Riva também mencionou os ataques que, segundo ele, sua família sofreu ao longo dos anos e citou nominalmente sua esposa, Janete Riva, afirmando que ela teria sido alvo de críticas de Mauro.

A manifestação ocorre em um momento de forte acirramento entre Mauro Mendes e Janaina Riva. A deputada é uma das principais adversárias do ex-governador na disputa pelo Senado, e o caso envolvendo a Oi se tornou mais um ponto de confronto entre os dois grupos políticos.

Mauro, por sua vez, nega ter obtido qualquer vantagem indevida no acordo e classifica as acusações como uma “armação política” e uma tentativa de desgastá-lo eleitoralmente. Segundo a versão do ex-governador, o entendimento com a Oi teria encerrado um litígio considerado vantajoso para os cofres públicos.

A Operação Heritage investiga justamente se o acordo foi utilizado para mascarar repasses e eventual lavagem de dinheiro público. As apurações apontam que cerca de R$ 308,1 milhões foram movimentados por meio de fundos de investimento e empresas interpostas. Até o momento, as suspeitas são objeto de investigação e não representam condenação dos envolvidos.

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