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Prefeito apresenta detalhes do 7º Festival da Pamonha na Comunidade Rio dos Peixes

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Cuiabá

A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, Trabalho, Turismo e Agricultura (SDTA), convida os profissionais de imprensa para participarem de uma coletiva nesta sexta-feira (17), às 15h, na Comunidade Rio dos Peixes.

Na ocasião, serão apresentados os pratos que serão comercializados durante a 7ª edição do Festival da Pamonha, um dos principais eventos do calendário rural da capital, que será realizado entre os dias 18 e 21 de abril de 2026.

A coletiva será uma oportunidade para produção de conteúdo in loco, com entrevistas com organizadores, representantes da comunidade, produtores e autoridades, além de registros do ambiente onde o festival acontece.

O evento vem se consolidando como importante vetor de desenvolvimento econômico e turístico, com expectativa de atrair cerca de 27 mil visitantes e envolver diretamente mais de 150 famílias da comunidade, fortalecendo a agricultura familiar e valorizando a cultura cuiabana.

A diretora de Turismo da SDTA, Paula Scanagatta, destaca a importância da presença da imprensa para ampliar a visibilidade do festival e da produção local.

O secretário municipal de Desenvolvimento Econômico, Trabalho, Turismo e Agricultura, Fellipe Correa, destaca que o festival demonstra como a organização dos pequenos produtores, aliada ao apoio do poder público, contribui para tornar a atividade rural mais sustentável e impulsionar o desenvolvimento econômico da comunidade.

SERVIÇO – COLETIVA DE IMPRENSA
Pauta: 7º Festival da Pamonha da Comunidade Rio dos Peixes
Data: Sexta-feira, 17 de abril de 2026
Horário: 15h
Local: Comunidade Rio dos Peixes – km 23 da Rodovia Emanuel Pinheiro (MT-251), zona rural de Cuiabá

A SDTA reforça o convite à imprensa para cobertura do evento e produção de reportagens que evidenciem o potencial econômico, cultural e turístico da zona rural cuiabana.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Candidatos trocam acusações, ironias e até citam “fundão milionário” em debate ao Governo

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O debate entre os candidatos ao Governo de Mato Grosso, realizado nesta terça-feira (1º) pela TV Vila Real, foi marcado por troca de acusações, ironias e confrontos diretos entre os seis postulantes ao Palácio Paiaguás. Com liberdade para escolher os adversários e os temas das perguntas, os candidatos aproveitaram o espaço para elevar o tom da disputa.

O governador e candidato à reeleição Otaviano Pivetta (Republicanos), o senador Wellington Fagundes (PL) e a médica Natasha Slhessarenko (PSD) estiveram entre os principais alvos, mas os candidatos de partidos menores também buscaram espaço no confronto.

Um dos embates envolveu o candidato Rafaell Millas (Missão) e Wellington. Millas questionou o senador sobre as operações Sanguessuga, Ararath e Atlântida. Wellington respondeu reafirmando sua inocência e partiu para o ataque, chamando Millas de “candidato de aluguel” e insinuando que ele teria simpatia pela candidatura de Pivetta. O representante do Missão reagiu com ironia e voltou a chamar o senador de “melancia”, apelido que adversários passaram a usar contra Wellington.

Sargento Laudicério (Agir) também elevou o tom ao confrontar Pivetta sobre violência contra a mulher. O candidato resgatou um caso de agressão envolvendo o governador e questionou quais medidas o Estado adotaria para impedir que mulheres vítimas de violência retornassem aos agressores por dependência financeira.

Pivetta respondeu citando a ampliação das delegacias especializadas de proteção à mulher durante sua gestão, mas Laudicério considerou a resposta insuficiente e insistiu em uma posição mais incisiva do governador.

Natasha também direcionou uma pergunta a Pivetta e o questionou sobre a possibilidade de criar uma espécie de Lei da Ficha Limpa para impedir que pessoas com histórico de agressão contra mulheres possam ocupar cargos públicos. O governador concordou com a proposta e afirmou que o Estado pode avançar nas políticas de proteção às mulheres.

A disputa pelo chamado fundão eleitoral também entrou no debate. Maurício Coelho (Mobiliza) questionou Laudicério sobre a concentração de recursos nas campanhas dos principais candidatos, citando Natasha, Pivetta e Wellington. Sem grandes recursos partidários, o candidato do Agir aproveitou para pedir doações e afirmou que faz uma campanha “voto a voto” nas ruas.

Maurício também confrontou Natasha sobre sua proposta de cashback na cesta básica. A candidata rebateu, acusando o adversário de fazer perguntas mal-intencionadas e lembrando que partidos maiores possuem mais recursos justamente por causa da estrutura das legendas. No contra-ataque, Natasha ainda afirmou que Maurício deveria dar explicações sobre questionamentos envolvendo seu nome.

Outro momento de tensão ocorreu quando Wellington voltou a defender sua trajetória política e aproveitou para atacar a gestão estadual. Ao falar sobre educação, o senador afirmou que ajudou a melhorar os índices do Estado e citou supostas irregularidades, como denúncias de superfaturamento na compra de livros. Pivetta reagiu defendendo os avanços conquistados pela atual administração.

Natasha, por sua vez, buscou apresentar propostas ligadas à industrialização e à redução da desigualdade. A candidata defendeu agregar valor à produção de Mato Grosso e citou setores como algodão, ouro e couro, além de chamar atenção para a população em situação de vulnerabilidade social.

O bloco ainda teve espaço para ataques envolvendo supostos casos de corrupção e antigos episódios da vida política dos candidatos. Pivetta e Wellington protagonizaram novos confrontos e mantiveram o tom mais agressivo do debate, enquanto os demais concorrentes tentaram aproveitar a exposição para se apresentar como alternativas aos dois principais nomes da disputa.

Com seis candidatos frente a frente, o segundo bloco deixou claro que, além das propostas de governo, a campanha eleitoral deve ser marcada também pelo resgate de episódios do passado, acusações pessoais e uma disputa intensa por espaço entre os concorrentes.

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