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Terapia capilar ganha reconhecimento em sessão solene na Câmara de Cuiabá

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Cuiabá

Ana Conrado | Assessoria da vereadora Baixinha Giraldelli

O Dia do Terapeuta Capilar foi celebrado na Câmara Municipal de Cuiabá, nesta terça-feira (7), com a realização de uma sessão solene proposta pela vereadora Baixinha Giraldelli (Solidariedade). A homenagem reconheceu 10 profissionais da área com moções de aplausos.

A iniciativa reforça a valorização da categoria, que passou a contar recentemente com reconhecimento oficial no município por meio da Lei nº 7.503/2026, de autoria da parlamentar, que institui o Dia Municipal do Terapeuta Capilar, a ser celebrado anualmente em 7 de abril.

A vereadora destacou a importância dos profissionais e a necessidade de maior reconhecimento da área.

“Vocês não são tão reconhecidos como deveriam, e isso precisa mudar. O trabalho de vocês vai muito além da estética. Vocês cuidam da autoestima, da confiança e da qualidade de vida das pessoas. É um trabalho feito com amor, com dedicação, e que transforma vidas. Por isso, essa homenagem é mais do que justa”, afirmou.

A parlamentar também ressaltou o orgulho em ter contribuído para a criação da data no calendário oficial da capital.

“Hoje, 7 de abril, é um dia de vocês, garantido por lei aqui em Cuiabá. Isso precisa ser levado adiante, para que cada vez mais profissionais se sintam valorizados e reconhecidos”, completou.

Representando a categoria no dispositivo de honra, fizeram uso da palavra as profissionais terapeutas capilares Rejane Leite e Erelandi Carvalho, e a terapeuta e tricologista não médica Jessika Hingridi que destacaram a importância do reconhecimento para a área.

“Hoje é um dia muito especial. A vereadora teve um olhar sensível para a nossa profissão, assim como nós temos para cuidar das pessoas. Esse reconhecimento fortalece toda a categoria e nos motiva a continuar com ainda mais dedicação”, disse Rejane.

Erelandi Carvalho também celebrou a homenagem e reforçou os desafios enfrentados pela categoria.

“Não é um caminho fácil. Muitas vezes, o paciente não entende o nosso trabalho até chegar ao tratamento. Por isso, esse reconhecimento é tão importante. Representa a valorização de toda a nossa classe”, afirmou.

Já Jessika Hingridi destacou o caráter científico da área e sua importância para a saúde.

“A tricologia é a ciência que estuda o cabelo e o couro cabeludo. Trabalhamos com saúde capilar, entendendo que não existe beleza sem saúde. Nosso trabalho é essencial porque o cabelo também reflete o que acontece no corpo”, explicou.

A sessão solene reuniu profissionais, familiares e convidados, consolidando um importante momento de valorização da terapia capilar em Cuiabá.

Fonte: Câmara de Cuiabá – MT

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Emeb Abdala José de Almeida encerra Semana dos Migrantes e Refugiados com apresentação de danças e ato ecológico

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A Escola Municipal de Educação Básica (EMEB) Abdala José de Almeida – reuniu nesta sexta-feira (28) as unidades das regiões Leste e Oeste, para o encerramento da 1ª Semana do Imigrante e do Refugiado de Várzea Grande. A iniciativa, promovida pela Secretaria de Educação Cultura, Esporte e Lazer (Smcel) – por meio do núcleo de programas e projetos – teve por objetivo debater e fortalecer as práticas pedagógicas de acolhimento e valorização da diversidade cultural nas escolas.

A titular da pasta, Maria Fernanda Figueiredo participou do evento e destacou a importância desses movimentos que só as escolas sabem promover, e o quanto isso transforma a vida das crianças, da comunidade e da sociedade. “Sob o tema “Semeando o Futuro” este evento coroou uma semana repleta de reflexões, atividades realizadas em sala de aula, exposições de trabalhos e apresentações culturais desenvolvidas pelos estudantes, e isso tudo é muito relevante porque nós precisamos entender que não temos divisões no mundo, ele é um só e de todos que habitam nele. Então todos os migrantes e refugiados compõem o mesmo espaço do nosso planeta, e é exatamente isso que a escola defende”, ressaltou.

A gestora destacou ainda que a secretaria de Educação, atende atualmente, cerca de 700 alunos de família de migrantes e que todos têm os mesmos direitos assegurados pelos brasileiros natos. “E é por isso que estamos aqui para dizer a vocês que são o futuro do país, que possam viver na prática, combatendo a desigualdade, lutando pelos seus direitos e entendendo que todas as pessoas têm direito ao mesmo céu, o mesmo sol e a mesma lua. Que o acolhimento de hoje seja com certeza a finalização de um trabalho desenvolvido em sala de aula do conteúdo, do planejamento e que hoje está culminando nessas apresentações”.

A coordenadora pedagógica Marilene Silva disse que esse movimento realizado pelas unidades escolares surpreendeu pela qualidade dos trabalhos desenvolvidos durante as apresentações. “Foram três dias de intensas programações. A escola Eunice César abriu o evento na quarta-feira, com apresentações de danças, poesia e artes, ontem os alunos da escola Alino Ferreira apresentaram a chegada dos migrantes no Brasil e hoje os alunos da escola Abdala apresentaram uma coreografia de danças e ato ecológico, com o plantio de mudas. Todos os eventos surpreenderam pela qualidade do enredo e pelo entusiasmo das crianças, todos estão de parabéns”.

Já a professora Zilda Braga, que integra o Núcleo de Programas e Projetos, destacou a participação de todas as unidades escolares envolvidas nessa programação. “A comunidade escolar se uniu para celebrar a riqueza que o intercâmbio de vivências traz para as salas de aula, reforçando o compromisso do município com uma educação inclusiva, humanizada e garantidora de direitos humanos”.

A diretora da Escola Abdala José de Almeida, Helena Fernandes, agradeceu a participação de toda a comunidade escolar e disse que a todas as unidades envolvidas na programação, se dedicaram para a realização do evento na promoção da cultura de paz, fortalecendo ações voltadas ao respeito, à inclusão e ao acolhimento.

Símbolo de resiliência

Assim como o ipê suporta o inverno rigoroso, a seca extrema e o solo muitas vezes árido para depois florescer com uma força que impressiona, o migrante enfrenta a saudade, a distância e as barreiras culturais sem perder a sua essência. E para marcar o evento “Semeando o Futuro”, a comunidade escolar realizou um ato ecológico com o plantio de três mudas de ipê, representando o legado do projeto pedagógico e o compromisso com o futuro sustentável para a comunidade.

A secretária de Educação, Maria Fernanda Figueiredo, fez o plantio de uma muda e destacou que tanto o ipê quanto o migrante guardam suas raízes profundas na terra de origem, mas têm a capacidade extraordinária de se adaptar e embelezar qualquer solo onde decidem recomeçar. “Quando tudo parece seco e difícil, o ipê e o migrante mostram que a verdadeira força vem de dentro, transformando o recomeço em uma explosão de cores, vida e esperança”, completou.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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