Cuiabá

Vereadora participa de evento sobre autismo e inclusão em Barra do Garças

Publicado em

Cuiabá

Em uma noite marcada por emoção, empatia e troca de experiências, a vereadora Maysa Leão (Republicanos) foi uma das palestrantes do evento “Autismo de A a Z”, promovido pela Prefeitura de Barra do Garças. Realizado de forma híbrida, o encontro reuniu mais de mil participantes — sendo 285 presenciais e 735 acompanhando on-line, na noite desta terça-feira (7), no anfiteatro municipal Fernando Peres de Farias.

Mãe atípica e defensora da causa da inclusão, Maysa foi convidada para compartilhar sua trajetória pessoal e o trabalho que tem desenvolvido em Cuiabá na defesa dos direitos das pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA) e de suas famílias.

“Falar sobre o autismo é falar sobre acolhimento, respeito e pertencimento. Eu sempre digo que inclusão é uma decisão e precisamos tomá-la todos os dias: nas escolas, nas instituições públicas e na forma como olhamos para o outro”, afirmou a vereadora.

O evento, organizado pela Secretaria Municipal de Educação, Esporte e Lazer de &nbspBarra do Garças reuniu diretores, coordenadores, monitoras e equipes de inclusão da rede municipal de ensino, além de pais e profissionais da área. A programação contou ainda com a presença da médica pediatra e professora da Universidade Federal de Mato Grosso, &nbspNatasha Slhessarenko, referência em saúde infantil e no atendimento a crianças com TEA.

Durante a palestra, Maysa e Natasha abordaram os principais desafios e avanços na jornada do autismo, desde o diagnóstico até a inclusão escolar e o acesso a políticas públicas.

A parlamentar destacou também a expressiva participação do público. “Foi emocionante ver o anfiteatro completamente lotado e centenas de pessoas acompanhando on-line. Isso mostra o quanto o tema do autismo tem mobilizado a sociedade e o quanto as pessoas estão buscando conhecimento e empatia. Essa é a transformação que queremos ver acontecendo”, disse Maysa.

“É uma honra participar desse encontro em Barra do Garças e poder trocar experiências com profissionais que estão na linha de frente da inclusão. A educação é o primeiro passo para garantir uma sociedade mais justa, empática e acolhedora”, reforçou a vereadora.

O evento foi transmitido ao vivo pelo canal da Secretaria de Educação de Barra do Garças no YouTube, e os participantes terão direito a certificado.

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

Cuiabá

Fávaro pede remoção de reportagens e direito de resposta após ação movida por pesquisadora

Publicados

em

O senador Carlos Fávaro (PSD) informou, nesta segunda-feira (20), que ingressou com uma representação na Justiça Eleitoral para solicitar a retirada de reportagens que relacionam seu nome a uma ação de indenização proposta por uma pesquisadora em Cuiabá. Além da remoção das publicações, o parlamentar requer a concessão de direito de resposta nos mesmos veículos de comunicação.

Em nota, Fávaro afirma que as matérias fazem parte de uma campanha de desinformação com objetivo de prejudicar sua imagem durante o período eleitoral.

“O que assistimos nos últimos dias foi uma tentativa deliberada e orquestrada de associar o meu nome a uma denúncia com o nítido objetivo de gerar prejuízo político em pleno período eleitoral”, declarou.

Segundo a defesa do senador, o contrato para a realização da pesquisa foi firmado entre o Diretório Estadual do PSD de Mato Grosso e a empresa Rumo Serviços Publicitários Ltda., responsável pela execução do trabalho e pela contratação das equipes de campo. Os advogados sustentam que Fávaro não participou da contratação nem da gestão dos pesquisadores envolvidos.

Na representação, a defesa também questiona aspectos formais da ação de indenização apresentada pela pesquisadora, argumentando que documentos como a procuração e a declaração de hipossuficiência teriam sido protocolados sem assinatura.

Entenda o caso

A manifestação do senador ocorre após uma pesquisadora ajuizar uma ação na Justiça em que pede indenização de R$ 65,6 mil. No processo, ela afirma ter sido contratada para atuar em uma pesquisa de opinião pública com remuneração mensal de R$ 1,8 mil, mas alega que, posteriormente, o modelo de pagamento foi alterado para diárias de R$ 75 condicionadas ao cumprimento de metas.

A autora da ação também sustenta que passou a receber apenas pelas entrevistas consideradas válidas, sem que houvesse critérios claros para a aprovação dos questionários, e afirma ter realizado 499 entrevistas durante o período em que trabalhou.

Entre as alegações apresentadas à Justiça, a pesquisadora afirma ainda que os entrevistadores eram orientados, por meio de um grupo de WhatsApp, a enviar fotografias para comprovar a realização das entrevistas, situação que, segundo ela, os expunha a riscos durante o trabalho. Ela também relata que não havia fornecimento de água potável para a equipe durante a jornada.

O processo segue em tramitação. A juíza Ana Cristina Silva Mendes determinou o encaminhamento do caso ao Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc), onde as partes poderão buscar uma solução consensual antes do prosseguimento da ação.

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

POLÍTICA

POLÍCIA

ESPORTES

ENTRETENIMENTO

MAIS LIDAS DA SEMANA