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Alunos da EMEB Ângela Jardim Botelho aprendem fundamentos do handebol de forma lúdica

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Alunos do 1º ao 5º ano da Escola Municipal de Educação Básica (EMEB) Ângela Jardim Botelho estão participando de atividades de iniciação aos princípios do handebol. A ação tem como objetivo proporcionar aos estudantes a prática dos fundamentos da modalidade, como passes e arremessos, por meio de jogos e dinâmicas que estimulam habilidades motoras e o trabalho em equipe.

O mini handebol é uma adaptação do handebol tradicional. A proposta é apresentar o esporte de forma lúdica e simplificada, utilizando regras, quadras e bolas adaptadas para priorizar a diversão, o movimento e o desenvolvimento motor, sem a rigidez das competições adultas.

A diretora da unidade, Meire Aparecida Cargnelutti, explica que a prática esportiva não apenas incentiva a atividade física, mas também fortalece valores essenciais como cooperação, respeito e disciplina.

“O ensino ocorre de forma progressiva, respeitando o desenvolvimento motor, cognitivo e social de cada faixa etária”, destacou.

Ela acrescenta que, durante as aulas, são realizadas atividades práticas que ajudam os alunos a dominar os fundamentos do jogo, ao mesmo tempo em que se divertem e interagem entre si, promovendo um ambiente escolar colaborativo e repleto de aprendizado.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Dia do Livro: leis aprovadas pela ALMT incentivam a leitura e valorizam autores de MT

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Ampliar o acesso aos livros, incentivar a leitura nas escolas e valorizar os escritores de Mato Grosso são objetivos de leis aprovadas pela Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT). As normas preveem ações para aproximar os estudantes dos autores mato-grossenses, fortalecer as bibliotecas e apoiar a produção literária regional, temas que ganham destaque no Dia Nacional do Livro, celebrado nesta quinta-feira (29).

A Lei nº 11.820/2022 instituiu o Plano Estadual do Livro, da Leitura, da Literatura e da Biblioteca, que orienta o planejamento e a execução de ações permanentes para ampliar os espaços e as oportunidades de leitura em Mato Grosso.

Entre os objetivos do plano estão a democratização do acesso ao livro, o estímulo à produção de obras científicas e culturais por autores nascidos ou residentes em Mato Grosso, a formação de mediadores de leitura, a acessibilidade para pessoas com deficiência e o fortalecimento da produção editorial do estado.

Outra norma aprovada pela ALMT, a Lei nº 11.419/2021, atualizada pela Lei nº 12.689/2024, instituiu o Programa Estadual de Incentivo à Leitura de Livros de Autores Mato-grossenses, cujo objetivo é promover a leitura de livros de História, Geografia, Literatura e Cultura de autores mato-grossenses nas redes pública e privada de ensino do estado.

O texto prevê ainda a realização de campanhas para destacar a importância da valorização da literatura regional e a criação de acervos específicos nas bibliotecas escolares. Para os fins da lei, são considerados autores mato-grossenses tanto os nascidos em Mato Grosso quanto os migrantes que vivem ou viveram no estado e produzem ou produziram livros de interesse para a sociedade mato-grossense.

A professora de Língua Portuguesa Núbia Marinho, que leciona para turmas do ensino médio e da Educação de Jovens e Adultos (EJA) na rede estadual de ensino, afirma que a literatura de Mato Grosso precisa ser mais conhecida e valorizada. “É um ouro perdido que nós precisamos cavucar para mostrar sua riqueza”, diz.

Em sala de aula, ela apresenta a literatura regional por meio de frases marcantes de autores mato-grossenses. A partir delas, discute com os alunos as ideias dos escritores e como podem ser utilizadas na produção de redações.

“Por exemplo, eles conhecem Dom Pedro Casaldáliga por conta de uma frase bem emblemática dele: ‘Na dúvida, fique do lado dos pobres’”, conta.

Além de Casaldáliga, também são trabalhadas obras de escritores como Luciene Carvalho e Marta Cocco. “São autores que precisam ser não só conhecidos, mas reconhecidos pela sua grandeza na escrita”, afirma.

A estudante Julia Nodari Pozer, de 17 anos, conta que as atividades em sala incluem a leitura de trechos selecionados e debates coletivos, nos quais os alunos expressam suas opiniões e discutem os pontos de vista dos autores.

Para ela, conhecer os escritores permite descobrir semelhanças com a própria realidade. “Você descobre que eles nasceram quase até na mesma cidade que você e eles desenvolveram um pensamento muito parecido com o seu”, diz.

Professora do ensino fundamental da rede municipal de Cuiabá, Elza Cardoso trabalha obras de escritores mato-grossenses com seus alunos há dois anos e destaca a importância do contato com produções regionais.

“Nós estamos vivendo uma época em que o celular está competindo com a escrita e essa é uma forma de manter viva a cultura literária”, avalia.

A professora observa que os livros são utilizados por todas as turmas e que as crianças recebem bem as histórias, especialmente quando reconhecem animais e elementos da região. “Eles gostam mais quando sabem que é daqui”, relata.

Elza explica que trabalha os livros com atividades de leitura, escrita e ilustração. “Depois da leitura de Os bichos escrevem, os alunos produziram textos e desenhos imaginando o que os animais diriam se pudessem falar e os trabalhos foram apresentados em uma mostra cultural. Nessas produções, apareceram preocupações com as queimadas no Pantanal e o sofrimento dos bichos, mostrando como o assunto sensibiliza as crianças”, ressalta.

Fonte: ALMT – MT

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