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Operação Céu Azul apreende linha chilena com menores e reforça alerta sobre riscos do material cortante

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Guarda Municipal recolheu um carretel de linha chilena no Jardim Glória e orientou adolescentes sobre os perigos e a proibição do uso do material.

A Guarda Municipal de Várzea Grande foi acionada na tarde deste sábado (13), por meio do Centro de Inteligência Municipal de Segurança (153), para verificar uma denúncia de pessoas soltando pipas com o uso de linhas cortantes no bairro Jardim Glória.

Ao chegar ao local, a guarnição constatou que adolescentes utilizavam o material proibido. Ao perceberem a presença dos agentes, os jovens correram. Um carretel de linha chilena foi apreendido, e os menores receberam orientações sobre os riscos que esse tipo de produto representa, além de serem informados sobre a proibição de seu uso, conforme determina a legislação vigente.

O comandante da Guarda Municipal, Juliano Lemos, destacou que a linha chilena é considerada extremamente perigosa por possuir alto poder de corte, podendo provocar acidentes graves e até fatais. Segundo ele, o material representa uma ameaça constante para motociclistas, ciclistas, pedestres e até animais, especialmente quando utilizado em vias públicas ou próximo a áreas de grande circulação.

O comandante reforçou ainda que pais e responsáveis devem orientar crianças e adolescentes sobre os perigos da utilização de linhas cortantes em pipas e acompanhar as brincadeiras, principalmente durante períodos de férias e aos fins de semana.

A Guarda Municipal segue atuando de forma preventiva e ostensiva para coibir o uso de linhas chilenas e cerol, com o objetivo de preservar vidas e garantir a segurança da população de Várzea Grande.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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ALMT instala CST para fortalecer cadeia produtiva do baru

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A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) instalou, na manhã desta quinta-feira (29), a Câmara Setorial Temática (CST) do Baru, que terá 45 dias em 2026 para discutir propostas de políticas públicas permanentes voltadas ao desenvolvimento da cadeia produtiva do fruto no estado.

O presidente da Câmara Setorial Temática (CST) do Baru, Jilson São Francisco da Silva, afirmou que a instalação dos trabalhos na Assembleia Legislativa para discutir os pontos fundamentais para o fortalecimento da cadeia produtiva do baru e seu potencial como atividade econômica para o estado de Mato Grosso.

Segundo ele, a CST terá um prazo inicial de aproximadamente 45 dias para desenvolver as atividades e elaborar uma versão preliminar das propostas, com previsão de apresentação entre os dias 10 e 15 de dezembro. A intenção é solicitar a renovação da CST a partir de fevereiro, na 21ª Legislatura, garantindo mais 180 dias para aprofundar os estudos e concluir os trabalhos com qualidade e competência.

Jilson da Silva explicou que o objetivo da Câmara é apresentar sugestões ao Poder Executivo estadual, às secretarias e aos órgãos responsáveis pelos programas oficiais e pelas políticas públicas de desenvolvimento econômico. “As propostas deverão contribuir para o aprimoramento das iniciativas existentes e para a criação de medidas que estimulem a cadeia produtiva do baru em Mato Grosso”, disse.

O secretário da CST, Ricardo Pavan, afirmou que uma máquina de tecnologia espanhola está sendo adquirida para viabilizar a primeira indústria de processamento de baru no Brasil. “Ela está em fase de validação em Mato Grosso, sendo utilizada em testes durante a safra mais recente. O equipamento é usado para quebrar o fruto do baru e extrair sua amêndoa. A aposta é superar um dos principais gargalos da cadeia produtiva da espécie nativa do cerrado: a industrialização”, disse Pavan.

Foto: Hideraldo Costa/ALMT

Pavan explicou que a tecnologia foi inicialmente testada na Europa e agora está sendo avaliada com o estoque de frutos reunido a partir da última safra. O equipamento é destinado à quebra do fruto para a retirada da semente, etapa fundamental para ampliar a capacidade de processamento e agregar valor à produção.

Segundo ele, além da amêndoa, utilizada na alimentação humana, o baru possui outras partes com potencial de aproveitamento industrial. “A polpa, por exemplo, pode ser transformada em ingrediente para a indústria alimentícia e também utilizada na fabricação de ração animal. Esse material apresenta fibras, carboidratos, proteínas e propriedades prebióticas, características que despertam o interesse do setor de alimentos”, explicou Pavan.

Ele afirmou que cada árvore do baru produza cerca de 150 quilos de frutos por safra, embora alguns exemplares possam alcançar de 400 a 500 quilos. “O aproveitamento desse potencial, entretanto, depende de soluções tecnológicas que permitam processar os frutos em escala comercial”, disse Ricardo Pavan.

A CST durante os trabalhos vai debruçar em seis eixos como, por exemplo, produção e base na coleta, plantio e organização dos extrativistas. Para isso vão firmar parcerias com a Embrapa, SENAR, UFMT, SEAF. O foco é de assistência técnica, cooperativas e mapa da cadeia em MT: municípios, comunidades, cooperativas e áreas de ocorrência.

Os outros eixos que a CST vai trabalhar é de ciência e nutrição em pesquisa sobre semente, polpa e endocarpo. A indústria e tecnologia para a quebra do fruto, processamento, padronização e logística. E a outra do mercado e promoção voltada à exportação, mercado nacional, merenda escolar e selo de origem de Mato Grosso.

Fonte: ALMT – MT

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