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Biblioteca Nacional doa 2 mil livros para comunidades quilombolas

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Dois mil livros foram doados pela Biblioteca Nacional para comunidades quilombolas do estado do Rio de Janeiro. Essa é mais uma iniciativa da instituição para democratizar o acesso à leitura, estimular a formação de leitores e valorizar as comunidades. Entre os títulos doados estão publicações sobre natureza, arte, poesia e também histórias em quadrinhos.

As comunidades atendidas estão localizadas nos municípios de Cabo Frio, Búzios, Araruama e São Pedro da Aldeia. Marco Lucchesi, presidente da Fundação Biblioteca Nacional, reforçou o compromisso da instituição com a cidadania.

“A Biblioteca Nacional é um órgão vinculado ao Ministério da Cultura e a sua missão principal é de produzir a memória, todo o patrimônio bibliográfico, periódicos e musical, iconográfico realizados no nosso país. Mas nós também temos uma obrigação de solidariedade ao próprio país, a cidadania, e ouvimos o desejo daquilo que era possível oferecer às comunidades quilombolas e lá nos colocamos a toda disposição possível”.

Jane Oliveira, do Quilombo Maria Joaquina, uma das participantes do projeto, destacou a importância de iniciativas que facilitam o acesso aos livros para os moradores desses territórios. 

“Somos muito gratos por receber os livros da Biblioteca Nacional e a leitura é muito importante nas nossas vidas. A gente sabe que cada livro que foi entregue abre uma porta para o conhecimento,  fortalecer a identidade e preserva também a memória através da leitura que se constrói a cidadania”.

A Biblioteca Nacional vem realizando  uma série de doações de livros para comunidades e entidades. Entre os beneficiados, também  estão bibliotecas comunitárias, comunidades ribeirinhas e unidades prisionais.

 


Fonte: EBC Cultura

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Cantor e compositor Benito Di Paula morre aos 84 anos

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Retalhos de Cetim, Charlie Brown, Se Não For Amor e Mulher Brasileira. Esses são alguns dos grandes sucessos que marcaram a carreira do cantor, compositor e pianista Benito Di Paula, que faleceu nesse domingo, aos 84 anos.

O artista tratava um câncer de próstata há cerca de um ano.

Benito, cujo nome de batismo é Uday Vellozo, nasceu em Nova Friburgo, região serrana do Rio de Janeiro, e tornou-se um dos grandes nomes da música popular brasileira entre as décadas de 1970 e 1980, com um estilo que unia o samba ao romantismo, marcado pelo piano e pela voz inconfundível.

Benito se tornou um dos principais representantes do chamado samba-joia, vertente que conquistou grande popularidade no país e construiu uma trajetória de mais de cinco décadas.

Em 2025, Benito Di Paula foi enredo da escola de samba Águia de Ouro, em São Paulo. A agremiação levou para a avenida referências à vida, à obra e à trajetória do artista, celebrando sua contribuição para a música brasileira.

Por meio de nota, o Ministério da Cultura lamentou a morte de Benito e manifestou solidariedade aos familiares e amigos do músico. A nota destaca ainda que Benito Di Paula deixa uma contribuição à história do samba e da música popular brasileira, com uma obra marcada pela combinação de diferentes ritmos e linguagens musicais.

O corpo de Benito Di Paula será velado nesta terça-feira (20), das 9h às 15h, no Theatro Municipal de São Paulo. A cerimônia será aberta ao público. O sepultamento está marcado para 17h, no Cemitério Morumby, em São Paulo, e será restrito aos familiares.

 

*Com informações da Agência Brasil


Fonte: EBC Cultura

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