Cultura
Festival da Cultura Japonesa de Salvador começa nesta sexta-feira
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Começa nesta sexta-feira (4), na Bahia, o Festival da Cultura Japonesa de Salvador. Há vários anos, o público participa de atividades para famílias, jovens e idosos, misturando tradições milenares, cultura pop japonesa e o tempero baiano.

O Festival da Cultura Japonesa de Salvador vai até segunda-feira, no feriado de 7 de setembro.
São quatro palcos, mais o espaço para a tradicional dança circular Bon Odori, sempre no finalzinho da tarde.
O palco Haru recebe quatro dias de shows musicais, apresentações de ilusionismo, danças tradicionais e o concurso de beleza Miss Nikkey.
Já o outro palco, Natsu, é voltado para demonstrações de artes marciais, percussão e workshops de sumô.
O terceiro palco, Mirai, é um espaço Pop para bate-papos sobre animes, encontros de fãs e concursos de cosplay.
A novidade deste ano é o palco Nami, dedicado para disputas de dança, além de bate-papo com dubladores.
Quando bater a fome, muitos pratos típicos e até oficinas de culinária, que ensinam a preparar sushi e dango, aquele docinho feito com farinha de arroz, para crianças.
Mas a cultura japonesa na Bahia não se resume a Salvador. O espaço Bahia Nikkei tem vários itens artesanais e agrícolas produzidos em diferentes cidades do interior baiano.
Também tem oficinas de origami, pintura japonesa, cerimônia do chá, ábaco, e várias atividades com inscrições feitas no parque de exposições de Salvador.
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Coleção de cordel de Liêdo Maranhão ganha mostra em Olinda
Uma das referências como colecionador da Literatura de Cordel brasileira – Liêdo Maranhão – terá parte de seu acervo disponível ao público a partir deste sábado, em Olinda, Pernambuco. A Casa da Memória Popular abrirá para visitação a exposição “100 Anos de Liêdo Maranhão – A Política no Universo do Cordel”. 

Cerca de 120 folhetos de cordel da coleção particular de Liêdo estarão expostos na Casa da Memória Popular, espaço cultural fundado pelo próprio cineasta, escritor, pesquisador e colecionador pernambucano. A exposição também é uma homenagem ao centenário de nascimento do cineasta, ocorrido em 2025. Ele faleceu em 2014, no Recife.
As publicações em cordel presentes na exposição trazem um recorte da política brasileira entre as décadas de 1960 e 1990 pelo olhar dos poetas populares. Por meio das rimas, narrativas e imagens das tradicionais xilogravuras, os cordelistas escrevem sobre fatos históricos, personalidades políticas, questões sociais e as transformações pelas quais o Brasil passou nos últimos 40 anos do século passado.
A exposição conta com trabalhos dos cordelistas José Bernardo da Silva, Manoel D’Almeida Filho, J. Borges, Rodolfo Coelho Cavalcante, Heleno Francisco, entre outros.
A mostra deve ficar aberta ao público pelos próximos 45 dias. A visitação acontece de terça a sábado e precisa de agendamento.
Liêdo Maranhão se dedicou, entre outras funções, à pesquisa e preservação da cultura popular, reunindo mais de 25 mil peças relacionadas ao assunto.
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