Cultura
Festival de Música da Rádio Nacional já conta com 348 inscrições
Cultura
348 candidatos de todo o país já se inscreveram para o 16º Festival de Música da Rádio Nacional. São Paulo, Rio de Janeiro e Distrito Federal lideram a lista de cadastrados.

As inscrições vão até 30 de setembro e devem ser feitas a partir de um formulário online, disponível na página da Empresa Brasil de Comunicação, no endereço ebc.com.br.
As gravações musicais devem ser obrigatoriamente em português, além de terem identificação com o perfil musical da rádio.
Na primeira etapa, serão selecionadas no mínimo 30 e no máximo 50 músicas para a próxima fase. Uma Comissão Julgadora formada por representantes da Rádio Nacional e jurados convidados vão avaliar as canções.
Logo depois, as músicas serão transmitidas e vai participar de uma votação pela internet, no período de 13 de outubro a 30 de novembro. A canção mais votada vai estar automaticamente classificada entre as 12 finalistas. Na etapa final, as outras 11 músicas serão selecionadas pela Comissão Julgadora, e serão transmitidas entre 1º e 12 de dezembro.
As 12 músicas vão concorrer aos prêmios nas categorias, Melhor Música com Letra, Melhor Intérprete, Melhor Letra, Melhor Arranjo e Música Mais Votada na Internet.
O Festival de Música da Rádio Nacional tem o objetivo de revelar e divulgar músicas inéditas, abrindo espaço na programação da Rádio Nacional FM para cantores, compositores, instrumentistas e arranjadores.
* Com supervisão de Rafael Gasparotto
Cultura
Exposição em São Luís homenageia Mestre Bita do Barão de Guaré
Uma referência da história recente das religiões de matriz africana no Brasil, o maranhense Mestre Bita do Barão de Guaré, falecido em 2019, ganha exposição, a partir desta sexta-feira (6), em São Luís, no Maranhão.

Neste Mês da Consciência Negra, o Museu Cafua das Mercês, que fica no centro histórico da capital maranhense, abre seus salões para uma imersão na história, nos saberes e nas tradições de uma das mais importantes manifestações da religiosidade e da cultura afro-brasileira, o Terecô, que teve como seu maior expoente Wilson Nonato de Sousa, o Mestre Bita do Barão.
A exposição “Terecô de Codó: o caminho de Mestre Bita do Barão entre tambores, encantados e ancestralidade” traz objetos, fotografias, documentos e outros registros da trajetória de Mestre Bita do Barão. Em paralelo, a mostra também apresenta ao público rituais, cantos, rezas e toques que consolidaram a tradição mantida viva por homens e mulheres do Terecô Tambor das Matas.
Terecô
A religião de matriz africana, surgida no interior do Maranhão, é muito praticada nos terreiros do interior do estado e tem a cidade de Codó como principal centro mantenedor da manifestação religiosa. Surgida no século 18, o Terecô tem elementos da Umbanda e do Tambor de Mina, entre outras religiões afro-brasileiras, além da influência do catolicismo.
Realizada pelo governo do Maranhão, pelo Museu Cafua das Mercês – Museu do Negro e pela Tenda Umbandista Rainha de Iemanjá, a exposição seguirá aberta aos visitantes até o dia 30 de março do ano que vem.
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