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Lei Rouanet movimenta economia e gera retorno bilionário ao país

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A cada R$ 1 investido por meio da Lei Rouanet, R$ sete retornam para a economia e para a sociedade. Em 2024, a renúncia fiscal que ficou na ordem de quase R$ 3 bilhões gerou um impacto de R$ 25 bilhões para o país. É o que revelam números divulgados nesta sexta-feira pela ministra da cultura, Margareth Menezes, durante participação no programa Bom Dia Ministra, da Empresa Brasil de Comunicação (EBC).

Margareth antecipou dados de uma pesquisa da Fundação Estudo Vargas.

Para cada R$ 1 que nós investimos em Lei Rouanet, volta sete. Esse estudo vai desde a hora que a pessoa vende, por exemplo, o tecido para fazer a roupa do show, da apresentação, do teatro, da apresentação de tudo que a indústria da cultura mobiliza, né? Até a sua entrega. Eles fizeram uma pesquisa com o ano de 2024, que entrou na questão do financiamento do perdão fiscal, quase 3 bilhões.Fez gerar 25 bilhões na economia nacional.

A ministra afirmou ainda que existe má-fé em relação ao investimento em cultura.

Esse dinheiro que entra na cultura, ele volta para a economia brasileira. As pessoas pegam isso para comprar coisas e também uma outra coisa que identificou que 80% das empresas são médias e pequenas empresas e que a maior parte dos cachês são cachês de 1 mil, de 5 a 3% só que têm cachês acima de 10 mil.  Então, assim, existe uma má-fé em relação a essa questão do investimento na cultura.

A Lei Rouanet permite que empresas e pessoas físicas destinem parte do Imposto de Renda para patrocinar projetos culturais, recebendo abatimento fiscal como benefício. Entre 2023 e 2025, a lei captou cerca de R$ 3 bilhões.


Fonte: EBC Cultura

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Lugar de Mulher: festival exibe cinema feito por mulheres

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A força e a expertise das profissionais que atuam no audiovisual brasileiro vai ser mais uma vez celebrada em Salvador, na Bahia. 

Começa nesta quarta-feira (28), a 9a edição do Festival Lugar de Mulher é no Cinema, evento que reúne filmes dirigidos por mulheres e pessoas não binárias de diferentes partes do Brasil, colocando em circulação histórias, linguagens e olhares que ampliam as formas de fazer e pensar cinema. 

Este ano a programação de graça contempla 30 curtas e um filme longa-metragem. São produções vindas de 13 estados brasileiros.

O Festival e as Atividades Formativas vão de 28 de outubro a 1o de novembro, na sala Walter da Silveira, localizada no subsolo da Biblioteca Pública do Estado da Bahia, em Salvador.  O evento começa às 19h com a exibição do filme “Salomé”, do diretor André Antônio. Antes da exibição acontece a homenagem à atriz e diretora Danny Barbosa, que faz parte do elenco do filme.

A programação está organizada em três mostras competitivas:

  • Mostra Frutos, com filmes de todo o Brasil;
  • Mostra Raízes, voltada para produções baianas;
  • e a Mostra Semente, com obras direcionadas à infância e à adolescência.

Também estão previstas sessões com filmes produzidos por estudantes universitários; e a exibição de um filme infantil produzido pela Escola Municipal Elysio Athayde, de Salvador.

Paralelo  à exibição dos filmes, acontece o evento “Conexões Audiovisuais”, que reúne  entre quinta (29) e sábado, profissionais convidadas para discutir desafios, experiências e perspectivas do setor. Os temas serão:

  • “Para além do protagonismo: trabalhadores trans no audiovisual brasileiro;
  • “Narrando o real: caminhos do mercado de documentários no Brasil”;
  • e “Cosmovisões e identidades: fabulações críticas no cinema de gênero”.

Participam do encontro profissionais do audiovisual que atuam em obras cinematográficas de horror, ficção científica e fantástico como campos de reflexão política e cultural.

As orientações de acesso às sessões e como participar dos eventos paralelos estão disponíveis no instagram oficial do evento e na página mulheresnocinema2026.com.br. 




Fonte: EBC Cultura

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