Cultura

Manaus recebe exposição coletiva Amazônia Preta no Palacete Provincial

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A programação do mês da consciência negra em Manaus, no Amazonas, terá início neste sábado (1º) com a abertura da exposição coletiva “Amazônia Preta”, no Palacete Provincial, localizado no Centro Histórico da capital amazonense. 

O espaço vai abrigar dezenas de obras produzidas durante a residência artística Pretoberância, que reuniu artistas negros e negras amazônidas em um processo de criação coletiva e troca de saberes. Os trabalhos produzidos foram norteados por questões como resgate de memória, desconstrução de narrativas hegemônicas, celebração da ancestralidade, as perspectivas contemporâneas, mas tudo pela ótica da negritude.

A programação de abertura contará com o cortejo do Maracatu Pedra Encantada, que sairá da Praça Heliodoro Balbi conduzindo o público até o interior do Palacete.

Além da exposição, haverá também uma intervenção artística inédita na fachada do Palacete, intitulada “Gigantes da Memória”. Nas 17 janelas do prédio histórico, o público poderá contemplar ilustrações de personalidades negras amazônicas de diferentes áreas, como artes, educação, ciência e cultura.

A exposição Amazônia Preta segue até o dia 22 de novembro. 

O Palacete Provincial, fundado em 1874, abriga quatro museus de diferentes linguagens, entre eles o Museu da Imagem e do Som e a Pinacoteca do Amazonas. O acervo completo de todos  os espaços culturais do Palacete é estimado em cerca de 400 mil itens, segundo a Secretaria de Estado de Cultura do Amazonas.


Fonte: EBC Cultura

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Ouro Negro: espetáculo em Recife celebra os 100 anos de Moacir Santos

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Domingo (18) o palco do Teatro do Parque, em Recife, recebe um espetáculo que celebra o centenário do compositor, maestro, arranjador e multi-instrumentista pernambucano, Moacir Santos.

O musical “Canto e Encanto Pernambuco – Ouro Negro: 100 Anos de Moacir Santos” leva ao palco ritmos afro-brasileiros, influências do sertão e elementos do jazz que tornaram a obra do artista única. Além da música, o texto passeia por momentos marcantes de sua trajetória artística.

Autor do álbum clássico Coisas, lançado em 1965, e primeiro orquestrador negro da Rádio Nacional, Moacir deixou legado que inspirou outras referências da MPB como Baden Powell, João Donato, Sérgio Mendes, Paulinho da Viola e tantos outros.

Sua identidade musical ultrapassou fronteiras e conquistou reconhecimento internacional quando ele passou a morar nos Estados Unidos a partir de 1967. Por lá, lançou álbuns, continuou atuando como professor de música, fazendo parcerias com grandes nomes do jazz e da música instrumental; além de compor trilhas sonoras para filmes de Hollywood nas equipes de maestros como Henry Mancini.

 A montagem do Musical, reunindo mais de 80 jovens e professores, é resultado do trabalho social de iniciação à música do Núcleo Musical Irmã Scheilla desenvolvido pela Fraternidade Espírita Peixotinho desde 2010.

A encenação será às 16h e os ingressos para o espetáculo estão disponíveis na plataforma Sympla.


Fonte: EBC Cultura

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