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Prefeitura do RJ desiste de museu na casa do filme “Ainda estou aqui”

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A Prefeitura do Rio de Janeiro desistiu de transformar em museu a casa que serviu de cenário para o filme “Ainda estou aqui”, vencedor de Melhor Filme Internacional no Oscar 2025. A confirmação veio do prefeito Eduardo Paes.
A ideia do projeto, anunciado em março, era transformar o local na Casa do Cinema Brasileiro, um espaço dedicado à história e à sétima arte.

Segundo Paes, a desistência ocorreu devido ao alto preço do imóvel.

O casarão, localizado na Urca, Zona Sul do Rio de Janeiro, foi construído em 1938. Suas dependências foram o cenário principal das gravações do filme.

“Ainda Estou Aqui” retrata a história da família de Eunice Paiva, esposa do ex-deputado Rubens Paiva, que foi sequestrado e morto durante a ditadura militar brasileira. O filme é baseado na obra de mesmo nome do escritor e filho de Eunice Paiva, Marcelo Rubens Paiva.


Fonte: EBC Cultura

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Ouro Negro: espetáculo em Recife celebra os 100 anos de Moacir Santos

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Domingo (18) o palco do Teatro do Parque, em Recife, recebe um espetáculo que celebra o centenário do compositor, maestro, arranjador e multi-instrumentista pernambucano, Moacir Santos.

O musical “Canto e Encanto Pernambuco – Ouro Negro: 100 Anos de Moacir Santos” leva ao palco ritmos afro-brasileiros, influências do sertão e elementos do jazz que tornaram a obra do artista única. Além da música, o texto passeia por momentos marcantes de sua trajetória artística.

Autor do álbum clássico Coisas, lançado em 1965, e primeiro orquestrador negro da Rádio Nacional, Moacir deixou legado que inspirou outras referências da MPB como Baden Powell, João Donato, Sérgio Mendes, Paulinho da Viola e tantos outros.

Sua identidade musical ultrapassou fronteiras e conquistou reconhecimento internacional quando ele passou a morar nos Estados Unidos a partir de 1967. Por lá, lançou álbuns, continuou atuando como professor de música, fazendo parcerias com grandes nomes do jazz e da música instrumental; além de compor trilhas sonoras para filmes de Hollywood nas equipes de maestros como Henry Mancini.

 A montagem do Musical, reunindo mais de 80 jovens e professores, é resultado do trabalho social de iniciação à música do Núcleo Musical Irmã Scheilla desenvolvido pela Fraternidade Espírita Peixotinho desde 2010.

A encenação será às 16h e os ingressos para o espetáculo estão disponíveis na plataforma Sympla.


Fonte: EBC Cultura

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