Cultura
Recife celebra até dia 20 o dramaturgo Hermilo Borba Filho
Cultura
Neste mês de férias, o Recife ganha uma programação cultural gratuita para pernambucanos e turistas que circulam pela capital. Começa nesta terça-feira (8), mais uma edição da Semana Hermilo, que celebra o legado do escritor, dramaturgo, tradutor, crítico de teatro e incentivador da cultura popular nordestina, Hermilo Borba Filho.

Até o próximo dia 20 de julho, o evento irá apresentar seis montagens teatrais inspiradas na obra do dramaturgo, além de palestras, rodas de conversa, aula espetáculo, lançamento de livro e oficinas. A programação é toda gratuita e acontece nas dependências do Teatro Municipal Hermilo Borba Filho, que fica no Cais do Apolo, no bairro do Recife.
Entre as montagens teatrais que serão encenadas está “Vossa Mamulegecência”, de Ariano Suassuna e Artur Cardoso – e também inspirada na obra de Hermilo, que perpassa pelas raízes do Teatro Popular Pernambucano e a tradição do Teatro de Mamulengos. Outro texto encenado será “Tudo de novo no front”, do dramaturgo espanhol Fernando Arrabal. Já o professor e pesquisador Roberto Lúcio fará palestra onde discutirá a contribuição de Hermilo Borba Filho para a formação de atores e atrizes do Recife.
Os ingressos para os espetáculos de teatro e dança podem ser retirados uma hora antes das apresentações.
Nascido no Engenho Verde, município de Palmares, zona da Mata Sul de Pernambuco, Hermilo atuou em várias áreas ligadas ao teatro, jornalismo e literatura. Bacharel em ciências jurídicas e sociais pela Faculdade de Direito do Recife, tornou-se um nome fundamental do teatro brasileiro, publicando mais de 24 obras entre romances, contos, pesquisas e ensaios, além de mais de uma dezena de traduções. Das mais de 20 peças que escreveu, apenas 7 foram publicadas em vida. Teve seus textos encenados em todo o Brasil e em pelo menos outros 10 países.
Cultura
Janis Joplin é homenageada em exposição no Museu da Imagem e do Som-SP
Ícone da contracultura hippie e dona de uma das maiores vozes do rock, Janis Joplin é homenageada em uma exposição que começou nesta quinta-feira no Museu da Imagem e do Som, em São Paulo. São mais de trezentos itens originais da cantora e compositora estadunidense, entre cartas, fotografias, figurinos e discos. 

Janis Joplin teria completado 83 anos em janeiro. Ela morreu em outubro de 1970, aos 27 anos, e se consagrou como uma das grandes vozes do rock, além de ter uma presença de palco eletrizante.
Na mostra, o público pode ver fotos, livros e discos de músicos de blues que influenciaram a artista, além de cartas, desenhos criados por ela, acessórios e roupas – objetos que estavam guardados desde a morte da cantora e são exibidos pela primeira vez. O diretor-geral do MIS e curador da exposição, André Sturm, explicou a ideia de dividir a exposição por sentimentos. Para ele as emoções eram intensas, por isso escolheu este lado mais potente: o amor, a felicidade, a tristeza, a liberdade…
A intensidade da voz rasgada pode ser ouvida em trechos de músicas disponíveis na mostra e também no vídeo exibido em uma tela enorme com um trecho da apresentação no Festival de Monterey Pop em 67, um ponto de virada na carreira de Janis Joplin.
Uma das salas é dedicada à vinda de Janis ao Brasil: em fevereiro de 1970, meses antes de morrer, ela desembarcou no Rio de Janeiro, em pleno carnaval, conheceu Alcione e Serguei, deu canjas em boates e foi fotografada nas praias cariocas.
Chris Flannery foi consultor da exposição, e fez a ponte entre o museu e a família da cantora. Ele conta que a mostra traz a essência do estilo boho-chic de Janis e vai além
“Eu acho que nos manuscritos, nos desenhos dela, você vai ver um lado dela que as pessoas não conheciam: ela era uma artista. Então tem um espaço com a arte dela aqui. Então agora você tem a chance de começar a entender quem foi essa mulher. E tem muitos detalhes, muitas coisas da história dela e foi feito um ótimo trabalho de capturar a essência de quem ela foi como musicista”.
Entre os anos de 1966 e 1970, Janis Joplin gravou quatro discos: dois como vocalista da banda Big Brother and the Holding Company e dois em carreira solo. O último deles, “Pearl”, foi lançado em janeiro de 1971, três meses depois da morte da cantora.
Janis Joplin foi livre à sua própria maneira e, além da importância na música, também representou um símbolo de liberdade para as mulheres ao não se encaixar em papéis sociais estabelecidos.
A exposição “Janis” fica em cartaz no MIS até o mês de julho, e os ingressos podem ser comprados no site do museu. Às terças-feiras, a entrada é gratuita.
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