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Rouanet nas Favelas investirá ao menos R$ 10 milhões em projetos

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Tem dinheiro novo chegando para fortalecer a cultura que ferve nas comunidades de todo o Brasil. Uma nova edição do programa Rouanet nas Favelas vai investir pelo menos R$ 10 milhões em projetos culturais desenvolvidos nas periferias.

A cerimônia de lançamento da iniciativa ocorre na noite desta terça-feira (30), no Edifício Palácio Gustavo Capanema, no Rio de Janeiro, com a presença da ministra da Cultura, Margareth Menezes.

Projetos

Nesta edição, pelo menos 50 projetos serão selecionados. Cada proposta poderá receber até R$ 200 mil para tirar ideias do papel e fazer acontecer. O programa Rouanet nas Favelas vai contemplar iniciativas de oito localidades brasileiras: Belém, Belo Horizonte, Distrito Federal, Recife, Rio de Janeiro, São Luís, São Paulo e Vitória.

Podem participar projetos de música, teatro, dança, audiovisual, artes visuais, patrimônio cultural, museus e literatura. Também há espaço para ações ligadas à cultura afro-brasileira, à cultura urbana, às tradições populares, para atividades voltadas a crianças e para projetos destinados a pessoas com deficiência.

A proposta é fazer com que os recursos cheguem a quem está na linha de frente da produção cultural nas comunidades. Gente que movimenta a cena artística das quebradas, revela talentos e transforma a realidade com muita criatividade e disposição.

Segundo o Ministério da Cultura, a ideia é reconhecer e valorizar as histórias, os saberes e as manifestações culturais que nascem nas periferias e que, muitas vezes, enfrentam dificuldades para conseguir apoio financeiro.


Fonte: EBC Cultura

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Cultura

Festival do Museu Nacional reúne ciência e cultura no Rio de Janeiro

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A Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) promove neste domingo (30) a 8ª edição do Festival Museu Nacional Vive, uma celebração que reúne ciência e cultura em um só espaço. O evento acontece na Quinta da Boa Vista, no entorno da sede do museu, na zona norte do Rio de Janeiro.

O festival celebra a reconstrução da instituição quase oito anos após o incêndio de grandes proporções que atingiu o local, mostrando que o museu continua produzindo conhecimento por meio de diversas pesquisas. Uma das atrações do evento é a Tenda Científica, que reúne 23 atividades em áreas como biodiversidade e arqueologia, como explica a vice-diretora da instituição, Juliana Sayão:

“A Tenda Científica é um espaço muito especial, porque permite que o público tenha contato direto com a ciência que é produzida no museu. Teremos atividades práticas e interativas com pesquisadores e estudantes apresentando diferentes áreas do conhecimento. Será possível visitar o inflável do INCT Paleovert, que traz as pesquisas mais modernas na paleontologia de vertebrados, conhecer vestimentas, barracas com os nossos pesquisadores que desenvolvem pesquisa na Antártica, além da incrível diversidade dos peixes, dos besouros e de outros insetos.”

Juliana Sayão destaca ainda que o público também vai poder acompanhar o andamento da reconstrução do museu:

“O festival é uma oportunidade de mostrar ao público que a reconstrução do museu está acontecendo e que ela envolve muito mais do que a recuperação de um edifício. Envolve pesquisa, conservação, cuidado com os acervos e muito trabalho de diferentes profissionais. Algumas das atividades permitem justamente que o visitante conheça um pouco desse processo e veja que o museu continua produzindo conhecimento enquanto se reconstrói.”

O festival conta ainda com apresentações de circo, música e exposições do artista plástico Vik Muniz. O evento acontece das 10h às 16h, com entrada franca.
 


Fonte: EBC Cultura

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