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São Luís recebe festival Maranhão na Tela até dia 26 de setembro

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Começa nesta quinta-feira (18), em São Luís, o festival Maranhão na Tela, que une cinema, capacitações, debates, homenagens e celebração do audiovisual maranhense.

O festival celebra 18 anos em 2025 e abre sua programação com o filme “O Agente Secreto”, do diretor Kleber Mendonça Filho, representante brasileiro para concorrer a uma das vagas para Melhor Filme Internacional no Oscar 2026, e premiado este ano em Cannes, na França. Parte do elenco participará da abertura que terá 3 sessões simultâneas em salas do Golden Shopping, a partir das 19h. A entrada é gratuita, por ordem de chegada, limitada à lotação das salas. 

Ao longo dos nove dias de evento serão exibidos títulos premiados em outros festivais, além de contar com a participação de convidados internacionais e de atores consagrados, como Denise Fraga, Alexandre Borges e Thomas Aquino. 

O Maranhão na Tela contará com a realização de quatro mostras: Mostra Panorama Brasil, que apresenta uma seleção de longas-metragens premiados; Mostra Maranhão de Cinema, que é competitiva e exclusiva para filmes e videoclipes maranhenses; além da Mostra Los Terroríficos, que apresenta obras do cinema fantástico latino-americano e que marca a internacionalização do Festival. A quarta mostra é dedicada à trajetória no audiovisual do ator Antônia Saboia, homenageado desta edição. Serão exibidos 7 títulos, entre curtas e longas, que contam com a participação do artista.

“O Último Azul”, dirigido por Gabriel Mascaro, vencedor do Grande Prêmio do Júri do Festival de Berlim, será o filme que vai encerrar o festival, no dia 26 de setembro.

A programação é gratuita e está disponível no site maranhaonatela.com.br.


Fonte: EBC Cultura

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Viva Maria: Rádio Nacional da Amazônia completa 49 anos

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A Rádio Nacional da Amazônia completa 49 anos nesta terça-feira,1º, e ganha uma homenagem especial no Viva Maria. Com apresentação de Mara Régia, o programa celebra a história da emissora que, há quase cinco décadas, leva informação, cultura e serviço a comunidades de diferentes regiões da Amazônia.

Para marcar a data, o programa recupera a memória musical da emissora em um depoimento do cantor e compositor paraense Nilson Chaves. Ele relembra o processo coletivo de criação de oito peças musicais produzidas especialmente para a Rádio Nacional da Amazônia, em uma experiência que buscou traduzir, em diferentes ritmos, a diversidade cultural da região e a relação da rádio com seus ouvintes.

“Conseguimos viajar um pouco nos ritmos da Amazônia, trazer mais esses ritmos para dentro da rádio, que fosse a identidade da rádio junto com esse povo amazônico”, conta Nilson Chaves.

A edição também apresenta uma memória especialmente afetiva. Mara Régia, que há décadas está ligada à programação da Rádio Nacional da Amazônia, lembra que a emissora se tornou uma espécie de ponte entre os territórios mais distantes e o restante do país.

Essa dimensão aparece com força no depoimento de Maryellen Crisóstomo, jornalista, ativista dos direitos humanos e liderança quilombola do Território Baião, em Almas, no sudeste do Tocantins. Ela conta que cresceu ouvindo a Nacional da Amazônia e que, para sua família, a rádio era muito mais do que uma fonte de informação: era também um meio de comunicação entre parentes e comunidades.

Maryellen recorda, por exemplo, os calendários enviados pela emissora aos ouvintes que escreviam para a rádio. A lembrança, guardada desde a infância, transforma em testemunho da presença da Nacional da Amazônia no cotidiano de comunidades onde outros meios de comunicação praticamente não chegavam.

E, para Mara Régia, a comemoração dos 49 anos já aponta para o próximo grande marco: o cinquentenário da emissora, em 2027.

Confira no player.


Fonte: EBC Cultura

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