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Viva Maria: Mangueira leva Amazônia à Sapucaí

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Olá, amigas e amigos deste nosso programa, que nesta edição saúda as escolas de samba campeãs do Carnaval 2026 do Rio de Janeiro, que estarão de volta amanhã à Marquês de Sapucaí.

Ao som dos tambores do Marabaixo, Viva Maria saúda o Mestre Sacaca, o grande homenageado da Estação Primeira de Mangueira neste carnaval! E, para que possamos melhor entender esse enredo que classificou oficialmente a escola no Carnaval 2026 do Rio de Janeiro, vamos chamar a participação da cantora e compositora Laura Silva, que, com a força do Marabaixo, resgata a resistência e a ancestralidade do povo negro a partir da história de sua família.

Laura é uma grande marabaixeira que, não por acaso, mora no tradicional bairro do Laguinho, na capital amapaense, perto do Centro de Cultura Negra. Mas, excepcionalmente hoje, ela fala com a gente direto de Copacabana, no Rio de Janeiro.

Chegou, a Mangueira chegou!
Chegou, a Mangueira chegou!


Fonte: EBC Cultura

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Viva Maria: Rádio Nacional da Amazônia completa 49 anos

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A Rádio Nacional da Amazônia completa 49 anos nesta terça-feira,1º, e ganha uma homenagem especial no Viva Maria. Com apresentação de Mara Régia, o programa celebra a história da emissora que, há quase cinco décadas, leva informação, cultura e serviço a comunidades de diferentes regiões da Amazônia.

Para marcar a data, o programa recupera a memória musical da emissora em um depoimento do cantor e compositor paraense Nilson Chaves. Ele relembra o processo coletivo de criação de oito peças musicais produzidas especialmente para a Rádio Nacional da Amazônia, em uma experiência que buscou traduzir, em diferentes ritmos, a diversidade cultural da região e a relação da rádio com seus ouvintes.

“Conseguimos viajar um pouco nos ritmos da Amazônia, trazer mais esses ritmos para dentro da rádio, que fosse a identidade da rádio junto com esse povo amazônico”, conta Nilson Chaves.

A edição também apresenta uma memória especialmente afetiva. Mara Régia, que há décadas está ligada à programação da Rádio Nacional da Amazônia, lembra que a emissora se tornou uma espécie de ponte entre os territórios mais distantes e o restante do país.

Essa dimensão aparece com força no depoimento de Maryellen Crisóstomo, jornalista, ativista dos direitos humanos e liderança quilombola do Território Baião, em Almas, no sudeste do Tocantins. Ela conta que cresceu ouvindo a Nacional da Amazônia e que, para sua família, a rádio era muito mais do que uma fonte de informação: era também um meio de comunicação entre parentes e comunidades.

Maryellen recorda, por exemplo, os calendários enviados pela emissora aos ouvintes que escreviam para a rádio. A lembrança, guardada desde a infância, transforma em testemunho da presença da Nacional da Amazônia no cotidiano de comunidades onde outros meios de comunicação praticamente não chegavam.

E, para Mara Régia, a comemoração dos 49 anos já aponta para o próximo grande marco: o cinquentenário da emissora, em 2027.

Confira no player.


Fonte: EBC Cultura

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