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Samantha minimiza críticas sobre eventual licença de Abilio durante campanha

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 A vereadora e primeira-dama de Cuiabá, Samantha Iris (PL), minimizou as críticas sobre uma eventual licença do prefeito Abilio Brunini (PL) para acompanhar a campanha dela por uma vaga na Assembleia Legislativa de Mato Grosso. Em entrevista, ela afirmou que os questionamentos ocorreriam independentemente da decisão e classificou a repercussão como parte de uma “perseguição sistemática”.

“Algumas pessoas vão criticar se ele ficar e algumas pessoas vão criticar se ele não ficar. Por ser o Abilio, qualquer comportamento dele terá um grupo que vai criticar. Não importa o que ele fizer”, declarou a parlamentar ao comentar a possibilidade de afastamento temporário do prefeito.

Abilio afirmou que pode se licenciar a partir de 16 de agosto, início oficial da campanha eleitoral, por considerar inviável conciliar a chefia do Executivo com agendas políticas pelo interior do Estado. “Eu acredito que é uma possibilidade. Vai ter um determinado momento em que eu vou ter que andar com ela em algum lugar, e eu não quero estar na condição de prefeito”, disse.

O prefeito afirmou que já comunicou a esposa sobre a medida e que a licença evitaria prejuízos administrativos.

Samantha ganhou projeção política em 2024 ao ser eleita a vereadora mais votada de Cuiabá, com cerca de 7.460 votos, e hoje é citada nos bastidores como um dos nomes fortes nas articulações políticas do Estado.

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Deputados articulam chapa de oposição para enfrentar Max

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Insatisfeitos com condução da atual Mesa Diretora, dois deputados estaduais, que ultrapassaram a marca de 40 mil votos, articulam chapa robusta para enfrentar o atual presidente da Assembleia Legislativa, Max Russi (Podemos). A eleição interna acontecerá no dia 1º de fevereiro do ano que vem.

Segundo fonte quentíssima da coluna, Faissal Calil (PL) e Diego Guimarães (Republicanos), já iniciaram contatos com os eleitos e reeleitos para montar grupo de oposição. Ao menos oito colegas, entre novatos e veteranos, sinalizaram apoio ao projeto de Faissal e Diego. Ainda de acordo com a mesma fonte, cardeais do Palácio Paiaguas estariam bancando a “virada de chave” na Casa de Leis.

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