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Abilio diz ter feito sua parte e que decisão sobre BUD está com o Estado

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O prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini (PL), afirmou que se afastou das discussões sobre a implantação do Bonde Urbano Digital (BUD) na capital e que agora aguarda uma decisão do Governo do Estado. A declaração foi feita nesta terça-feira (7).

Abilio considera encerrada sua participação no processo após viagens técnicas e reuniões para avaliar a viabilidade do novo modal de transporte urbano. Entre os compromissos, o prefeito esteve na China para conhecer a fabricante do sistema, que utiliza trilhos magnéticos e é apontado como uma alternativa mais econômica, moderna e adequada à realidade da mobilidade urbana de Cuiabá.

O mesmo modelo de transporte foi implantado em Curitiba (PR) no fim do ano passado. Segundo Abilio, todas as informações levantadas durante as tratativas já foram repassadas ao governo estadual.

“Eu me afastei dessa discussão porque já fiz tudo o que estava ao meu alcance. Busquei construir os diálogos, reunir informações e repassei tudo o que podia ao Governo do Estado. Agora, cabe ao governo analisar com seus próprios critérios e tomar a melhor decisão possível”, afirmou.

 

Após demonstrar entusiasmo com a proposta, o governador Mauro Mendes (União) informou que técnicos do governo estadual analisam há cerca de dois anos, de forma reservada, um novo modal de transporte para a Grande Cuiabá, inicialmente planejado como BRT (Bus Rapid Transit).

Os veículos do Bonde Urbano Digital podem operar nas mesmas pistas previstas para o BRT, já que utilizam pneus de borracha, semelhantes aos de ônibus convencionais. Totalmente elétricos, os bondes têm capacidade para transportar até 600 passageiros. O modelo implantado no Paraná possui três eixos, cerca de 30 metros de comprimento e capacidade para até 280 passageiros, além de ar-condicionado, operação bidirecional e velocidade máxima de até 70 km/h.

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Setor da indústria vê retomada de crescimento na gestão de Cláudio Ferreira

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O prefeito atribuiu a estagnação industrial à falta de diálogo das gestões anteriores. “A gente não crescia, ficou dez anos parado, sem crescer na indústria, porque não havia alguém que respeitasse os vários setores”, afirmou. “Quando o mandatário não respeita quem está do outro lado, do jeito que a gente respeita os nossos clientes, os nossos parceiros e fornecedores, é uma tragédia para o negócio e uma tragédia para as cidades.”

A declaração foi feita durante o **8º Café da Indústria**, promovido pelo SIAR Sul MT, pelo SINDIMEC, pelo SINDSCOM Sul MT e pela Federação das Indústrias no Estado de Mato Grosso (FIEMT), que reuniu lideranças empresariais do setor. O evento contou com a presença do presidente do Sistema FIEMT, Silvio Rangel.

Diante de empresários reunidos na Casa da Indústria, o prefeito de Rondonópolis, Cláudio Ferreira (PL), afirmou nesta terça-feira (9) que o setor industrial da cidade, estagnado nos últimos dez anos, deve voltar a crescer a partir de um novo modelo de gestão, baseado na desburocratização, em incentivos ao setor produtivo e na articulação política acima das disputas partidárias.

Cláudio Ferreira destacou os diferenciais que recolocam Rondonópolis na rota dos investimentos: a cidade é hoje o segundo maior gerador de empregos do estado e consolida sua vocação como hub logístico, sustentada por um posicionamento geográfico estratégico para o escoamento da produção. “Como é que um empreendedor vai investir em Rondonópolis? Ele vai olhar a logística ele sabe onde vai colocar o produto dele”, disse.

O prefeito também reforçou o compromisso da gestão com projetos estruturantes voltados ao parque industrial, como o viaduto da BR-163/364, no Trevão — região de concentração das indústrias e de acesso ao terminal ferroviário, e a duplicação do rodoanel, cujas obras começaram nesta semana. Para ele, é esse tipo de investimento, somado à redução da burocracia e à boa articulação com os governos estadual e federal, que prepara a cidade para receber novos empreendimentos.

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