Mato Grosso
Ananias Filho minimiza aproximação de Pivetta com Flávio Bolsonaro e reafirma Wellington ao Governo
Mato Grosso
O presidente estadual do PL, Ananias Filho, afirmou nesta terça-feira (28) que a recente aproximação entre o governador Otaviano Pivetta (Republicanos) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) não altera o planejamento da sigla para as eleições de 2026.
Mesmo diante da aproximação do Pivetta com o presidenciável, Ananias garantiu que o nome do senador Wellington Fagundes (PL) continua sendo a prioridade da legenda para a sucessão estadual.
Ananias destacou que, embora Pivetta tenha aberto palanque para Flávio Bolsonaro e este tenha sinalizado reciprocidade, o PL possui um projeto próprio consolidado. “O Wellington Fagundes está credenciado. Porque se não estivesse credenciado, não era o pré-candidato do PL”, disparou o dirigente durante entrevista na Câmara Municipal de Cuiabá.
Para Ananias, a capacidade de gestão de Wellington é o principal trunfo do partido. “Eu não vou discutir a capacidade do Wellington Fagundes, que já provou que tem capacidade para ser um bom gestor. Ele tem autoridade, ele tem determinação”, reforçou.
Questionado sobre a influência de apoios externos e a prática de “pular corda” entre candidatos, Ananias comentou sobre o comportamento do eleitorado mato-grossense:
“O eleitor que pega de um, ele não pega só de um. Ele pega de um, de dois, três, quatro, cinco… mas ele vota sabe em quem? No que ele quer. Às vezes ele vota no que ele não pegou. Ele fala claramente: meu voto é do João, e o Zé, o Tião e o Chiquinho que deram para ele. Mas ele quer votar no João, ele vai lá e vota no João. Ninguém pode mudar isso.”
Cuiabá
Governador declara facções criminosas como organizações terroristas
O governador Otaviano Pivetta enviou, nesta quinta-feira (22.10), projeto de lei à Assembleia Legislativa para declarar facções criminosas, que atuam em Mato Grosso, como organizações terroristas.
Conforme a proposta, as forças de segurança de Mato Grosso poderão estabelecer protocolos específicos para o combate às facções que atuam no Estado.
“Queremos que nossas forças de segurança tenham todos os mecanismos necessários para combater esses criminosos, que na verdade são terroristas. Em Mato Grosso, vamos combater duramente os crimes, com tolerância zero, e não vamos descansar enquanto nossos cidadãos de bem não estiverem seguros, porque nosso trabalho é para dar segurança à nossa população”, afirmou Pivetta.
Inicialmente, a proposta estabelece duas facções como terroristas, mas também estabelece que outras podem ser incluídas no contexto.
O documento reconhece que a atuação das facções não se limita ao território estadual e, por isso, reforça a necessidade de coordenação das forças de segurança em cooperação com agentes nacionais, internacionais e de outros Estados.
O projeto de lei passará por votação pelos deputados estaduais.
-
Polícia5 dias atrásPolícia abre investigação para apurar morte de jovem em Cuiabá; necropsia não aponta causa
-
Mato Grosso2 dias atrásUnimed Cuiabá conquista 1º lugar em engajamento na plataforma CapacitaCoop entre cooperativas de saúde de MT
-
Mato Grosso3 dias atrásMauro Mendes elogia Manciolli para Casa Civil e diz que Pivetta deve ter liberdade para trocar secretários
-
Opinião3 dias atrásO Brasil é do Povo Trabalhador, do Negro, do Índio, mas jamais vai ser dos “Capitalistas ou Imperialistas”
-
Mato Grosso4 dias atrásArtistas da Baixada Cuiabana declaram apoio a Flávio Bolsonaro em encontro com Zé Medeiros e Odílio
-
Mato Grosso4 dias atrásFaissal articula bloco de até 12 deputados para apoiar reeleição de Max Russi e disputar primeira-secretaria
-
Diamantino3 dias atrásNovo aeroporto de Diamantino tem projeto aprovado pela Sinfra-MT e orçamento estimado em R$ 26,9 milhões
-
Política5 dias atrásALMT debate projeto da LDO de 2027 e cobra proteção de recursos para ações sociais












