Mato Grosso

Com 32,4%, Wellington lidera pesquisa ao Governo; Jayme é 2º e Pivetta 3º

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Um levantamento do instituto Paraná Pesquisas divulgado nesta quinta-feira, 18, aponta liderança do senador Wellington Fagundes (PL) na corrida pelo governo do Mato Grosso com 32,4% das intenções de votos. Na sequência, aparece o ex-governador e também senador Jayme Campos (União), com 23,4%, e o vice-governador Otaviano Pivetta (Republicanos), com 21,5%.

Na quarta posição está Natasha Slhessarenko (PSD), com 6,3%. Nenhum, branco ou nulo somam 10%, enquanto aqueles que não sabem ou não opinaram somam 6,4%.

A pesquisa foi realizada entre os dias 12 e 16 deste mês e ouviu 1502 eleitores em 61 municípios. O grau de confiança é de 95% para uma margem de erro de 2,6 pontos percentuais para os resultados gerais.

Segundo Turno
Na hipótese de segundo turno entre Fagundes e Pivetta, o senador aparece com 48,6% da preferência do eleitorado, enquanto o atual vice-governador tem 32,8% das intenções de voto. Nenhum, branco ou nulo somam 11,8% e não sabe ou não respondeu, 6,9%. A disputa mais acirrada para o segundo turno é entre Jayme Campos e Pivetta. Segundo o levantamento, em uma reta final entre os dois, Campos aparece com 37,9% e Pivetta, 35,3%. Nenhum, branco ou nulo representam 19,1%, enquanto não sabem ou não responderam, 7,7%.

 

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Governador declara facções criminosas como organizações terroristas

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O governador Otaviano Pivetta enviou, nesta quinta-feira (22.10), projeto de lei à Assembleia Legislativa para declarar facções criminosas, que atuam em Mato Grosso, como organizações terroristas.

Conforme a proposta, as forças de segurança de Mato Grosso poderão estabelecer protocolos específicos para o combate às facções que atuam no Estado.

“Queremos que nossas forças de segurança tenham todos os mecanismos necessários para combater esses criminosos, que na verdade são terroristas. Em Mato Grosso, vamos combater duramente os crimes, com tolerância zero, e não vamos descansar enquanto nossos cidadãos de bem não estiverem seguros, porque nosso trabalho é para dar segurança à nossa população”, afirmou Pivetta.

Inicialmente, a proposta estabelece duas facções como terroristas, mas também estabelece que outras podem ser incluídas no contexto.

O documento reconhece que a atuação das facções não se limita ao território estadual e, por isso, reforça a necessidade de coordenação das forças de segurança em cooperação com agentes nacionais, internacionais e de outros Estados.

O projeto de lei passará por votação pelos deputados estaduais.

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