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Jayme diz que pesquisa está “bichada” e que tem dados diferentes: “Estamos voando bacanão”

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 Senador Jayme Campos (União), pré-candidato ao Governo do Estado, classificou de “bichada” a pesquisa Real Time Big Data, divulgada no início da semana, onde aparece em terceiro colocado na disputa pelo Palácio Paiaguás, e disse ainda que possui pelo menos dez levantamentos com resultados diferenciados.

Na pesquisa, o senador Wellington Fagundes (PL), pré-candidato do partido à sucessão do governador Mauro Mendes (União), aparece em primeiro colocado, com 37% das intenções de voto. Na sequência está o vice-governador Otaviano Pivetta (Republicanos), com 22%, empatado tecnicamente com o senador Jayme Campos (União), com 20% das intenções.

Questionado sobre a Real Time, Jayme disparou: “confesso que nem vi…vi falar que saiu uma pesquisa dum instituto lá. A minha pesquisa é totalmente diferente, aquela pesquisa, por incrível que pareça, tem possíveis nomes de candidatos a governador que não estão na lista, tem nomes de possíveis, pessoas que virão candidato a senador que também não está lá na pesquisa”, disse.

“Então é uma pesquisa que pra mim ela tá bichada, tendo em vista de que o Galvan pode ser candidato a senador e não está lá. Não sei quem poderia ser candidato a governador e também não está lá. Então é uma pesquisa, pra mim, que não retrata a verdade”, declarou o senador.

Jayme Campos emendou ainda que possui levantamentos com resultados diferenciados. “A minha é bem diferente. Eu tenho uma…não, eu tenho dez pesquisas e em todas elas os números são diferenciados. E a pesquisa, com certeza, é bom que se esclareça, é o retrato, a fotografia do momento”, disse.

“Nós temos que aguardar quando o jogo ser jogado de fato né…muitas vezes as pesquisas dão um resultado hoje, mas amanhã será outro”, observou o pré-candidato.

“Eu estou muito tranquilo, estou trabalhando…estou com o carro na estrada, estamos voando bacanão aí e tenho certeza absoluta que o povo de Mato Grosso saberá, de forma inteligente, escolher o que é melhor para o nosso Estado, sobretudo, pessoas que têm serviços prestados, que tem uma história, que tem uma trajetória política”, completou.

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Flávia Moretti mira reeleição em 2028 e atribui entraves da gestão a conflitos com a Câmara

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Prefeita de Várzea Grande afirma que impasses com a Mesa Diretora dificultaram a execução de projetos e aposta em nova relação com os vereadores para ampliar entregas à população.

A prefeita de Várzea Grande, Flávia Moretti (PL), já projeta a disputa pela reeleição em 2028 e afirma que pretende fortalecer a administração municipal para ampliar os resultados da gestão. Em declaração recente, a chefe do Executivo atribuiu parte das dificuldades enfrentadas pela Prefeitura à falta de entendimento com a atual direção da Câmara Municipal, presidida por Wanderley Cerqueira (MDB).

Segundo Moretti, os conflitos entre os dois poderes impediram o avanço de iniciativas que, na avaliação dela, poderiam beneficiar diretamente a população. A prefeita defende uma relação institucional mais próxima com os parlamentares e considera que uma mudança no comando do Legislativo pode facilitar a tramitação de projetos do Executivo.

“Muita coisa eu não consegui fazer para a população de Várzea Grande por não conseguir ter essa união da Mesa Diretora, do presidente da Câmara”, afirmou a prefeita, conforme publicação do portal O Documento.

Disputa pela Câmara entra no cenário político

A relação entre a Prefeitura e a Câmara tem sido marcada por divergências sobre projetos, orçamento e a eleição da Mesa Diretora para o biênio 2027/2028.

Flávia aposta no vereador Lucas do Chapéu do Sol (PL), seu aliado político, para assumir a presidência do Legislativo. A expectativa é que uma composição mais alinhada com o Executivo contribua para acelerar votações e ampliar a capacidade de execução das ações municipais

A disputa pelo comando da Câmara ganhou um capítulo jurídico após a eleição antecipada realizada em maio, quando Wanderley Cerqueira venceu Lucas por 12 votos a 11. Posteriormente, o Supremo Tribunal Federal (STF) anulou o pleito por entender que a votação contrariou os parâmetros estabelecidos para a escolha das mesas diretoras.

Projetos e orçamento no centro dos impasses

Os desentendimentos também atingiram propostas administrativas. Entre os episódios citados está a dificuldade para avançar com um projeto que previa R$ 6,9 milhões destinados à saúde municipal, provenientes de emendas parlamentares estaduais e federais.

Outro ponto de divergência envolve a margem para remanejamento de recursos do orçamento sem autorização legislativa. A prefeita já afirmou que as limitações dificultam decisões administrativas e aumentam a dependência de votações na Câmara

Meta é ampliar entregas e buscar novo mandato

Apesar dos obstáculos apontados, Moretti afirma que pretende continuar trabalhando e apresentar resultados para a população várzea-grandense. A prefeita declarou que buscará a reeleição e defendeu uma gestão construída em conjunto com os vereadores.

“Agora eu corro atrás da minha reeleição”, afirmou.

O cenário indica que a relação entre Executivo e Legislativo continuará sendo um dos principais temas da política municipal, com reflexos sobre a tramitação de projetos, o planejamento orçamentário e a organização dos grupos políticos de olho em 2028.

VIPMT — Informação e bastidores da política de Mato Grosso.

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