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Mato Grosso encerra primeira semana das Paralimpíadas com 44 medalhas e 11 recordes nacionais

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Os jovens atletas conquistaram 44 medalhas, sendo 25 de ouros, 15 de prata e 4 de bronze, além de 11 recordes escolares brasileiros. No primeiro bloco Mato Grosso competiu nas modalidades de Atletismo, Goalball, Halterofilismo e Taekwondo.

O atletismo foi o principal destaque do Estado nesta semana, responsável por 43 das 44 medalhas e por todos os 11 recordes nacionais escolares quebrados por atletas mato-grossenses. O desempenho elevou o Estado ao 10° lugar geral da modalidade.

Entre os medalhistas, estão também bolsistas do Projeto Olimpus, programa estadual de incentivo ao esporte: Ana Clara, Maria Clara, Ewellyn, Jeferson, Gabriel e Rafaela, que subiram ao pódio. O resultado reforça a importância do investimento contínuo na formação esportiva de base no Estado.

O halterofilismo também trouxe resultados expressivos, garantindo mais um ouro para a delegação.

“O compromisso do Governo do Estado, por meio da Secel, nos enche de orgulho! Esse resultado nos emociona e mostra que todo esforço, dedicação e investimento no paradesporto estão dando frutos. Nossos paratletas são a prova de que Mato Grosso está no caminho certo e que conquistas como essa, nos aproxima do mais alto nível do cenário esportivo nacional”, enfatiza o secretário de Estado de Cultura, Esporte e Lazer, David Moura.

Mato Grosso é representado por atletas de Alta Floresta, Cuiabá, Cáceres, Lucas do Rio Verde, Paranatinga, Rondonópolis e Várzea Grande. A segunda etapa das Paralimpíadas Escolares será realizada de 24 a 29 de novembro, com competições de natação, badminton, tênis de mesa e bocha.

Fonte: Governo MT – MT

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Janete Riva negocia acordo e juíza suspende ação sobre desvio na AL

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A juíza Célia Regina Vidotti, da Vara Especializada em Ações Coletivas de Cuiabá, suspendeu por 30 dias a ação de improbidade administrativa contra a ex-secretária Janete Riva, pelo desvio de um cheque de R$ 12 mil usado para a compra de gado.

O pedido foi feito pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), que solicitou a suspensão por 90 dias. O motivo alegado foi que as partes estavam conversando para tentar um Acordo de Não Persecução Civil (ANPC), uma espécie de “confissão” para resolver o caso sem uma sentença condenatória definitiva.

O próprio MP foi quem ajuizou a ação, acusando Janete Riva de ter participado de um esquema de desvio de dinheiro público da Assembleia Legislativa de Mato Grosso na década de 2000.

 

A suspeita é que o esquema pagava empresas “fantasmas” por serviços que nunca foram prestados, a fim de desviar o dinheiro público. No caso de Janete, foi apontado que um dos cheques, no valor de R$ 12 mil, emitido para uma dessas empresas, acabou sendo usado para pagar a compra de 200 cabeças de gado para ela.

O marido de Janete, o ex-deputado estadual José Riva, era réu nesse mesmo processo, mas o caso contra ele foi encerrado porque fez um acordo de colaboração premiada com o Ministério Público, confessando sua participação nos desvios.

Janete já havia sido condenada a devolver R$ 6 mil em 1ª instância, porém, em fevereiro de 2026, o Tribunal de Justiça (TJMT) anulou essa condenação, inocentando-a por falta de provas.

“Assim, defiro parcialmente o pedido do requerente e suspendo o processo pelo prazo de trinta (30) dias, prazo este que se mostra proporcional, razoável e suficiente para a finalidade almejada, sem comprometer a duração razoável do processo”, decidiu a magistrada.

Se o acordo for fechado, o processo pode ser resolvido sem a necessidade de uma sentença condenatória definitiva. Caso não aconteça o acordo, o processo seguirá para a fase instrutória.

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