Mato Grosso

Max Russi anuncia data de filiação ao Podemos e aposta eleger 6 deputados estaduais

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O deputado estadual e presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), Max Russi, anunciou que deve deixar o PSB e se filiar ao Podemos no primeiro dia da abertura da janela partidária. A declaração foi feita durante participação no Programa Comunidade, do canal SBT, na tarde desta terça-feira (24).

Segundo o parlamentar, o evento de filiação está marcado para o dia 7 de março, no Hotel Fazenda Mato Grosso.

“Eu chego ao Podemos dia 7. A presidente nacional do nosso partido estará presente. Estamos organizando uma grande chapa de candidatos a deputado estadual e federal, preparando o partido para as próximas eleições”, afirmou Max Russi.

O presidente da Assembleia confirmou que os deputados estaduais Beto Dois a Um e Fabinho Tardin também devem deixar o PSB para acompanhá-lo no novo partido. Ele destacou que o Podemos tem a meta de eleger pelo menos seis deputados estaduais na eleição deste ano.

“Temos dois deputados confirmados além de mim, o deputado Beto e o deputado Fábio Tardim. Devemos filiar cerca de 15 prefeitos, além de 10 a 15 vice-prefeitos e vereadores. A janela partidária não permite filiações em maior número, senão traríamos mais de 100 vereadores para o Podemos”, afirmou.

Pesquisa Intenção de votos

Segundo a pesquisa da Percent Brasil, divulgada nessa segunda-feira (23), Max Russi aparece com 2,8% de interesse dos eleitores mato-grossenses. No entanto, mais da metade da população de Mato Grosso, 57,5% estão indecisos ou não souberam responder em quem votar.

O deputado estadual Lúdio Cabral (PT) e Eduardo Botelho aparecem no topo da liderança com 3,8% e 3,3% respectivamente. Veja:

Lúdio Cabral: 3,8%

Eduardo Botelho: 3,3%

Elizeu Nascimento: 3,1%

Beto Dois a Um: 3,0%

Max Russi: 2,8%

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Governador declara facções criminosas como organizações terroristas

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O governador Otaviano Pivetta enviou, nesta quinta-feira (22.10), projeto de lei à Assembleia Legislativa para declarar facções criminosas, que atuam em Mato Grosso, como organizações terroristas.

Conforme a proposta, as forças de segurança de Mato Grosso poderão estabelecer protocolos específicos para o combate às facções que atuam no Estado.

“Queremos que nossas forças de segurança tenham todos os mecanismos necessários para combater esses criminosos, que na verdade são terroristas. Em Mato Grosso, vamos combater duramente os crimes, com tolerância zero, e não vamos descansar enquanto nossos cidadãos de bem não estiverem seguros, porque nosso trabalho é para dar segurança à nossa população”, afirmou Pivetta.

Inicialmente, a proposta estabelece duas facções como terroristas, mas também estabelece que outras podem ser incluídas no contexto.

O documento reconhece que a atuação das facções não se limita ao território estadual e, por isso, reforça a necessidade de coordenação das forças de segurança em cooperação com agentes nacionais, internacionais e de outros Estados.

O projeto de lei passará por votação pelos deputados estaduais.

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