Mato Grosso
Max Russi prevê relação tranquila e apoio aos projetos encaminhados por Pivetta
Mato Grosso
Presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, deputado Max Russi (Podemos), disse à imprensa nesta quarta-feira (1), que o relacionamento do Parlamento com o governador Otaviano Pivetta (Republicanos), que acaba de assumir o governo devido a renúncia do ex-governador Mauro Mendes (União), será “bastante” tranquilo.
“O relacionamento vai ser bastante tranquilo…vamos tocar da mesma forma que a gente vem tocando nos últimos anos, com independência, o Parlamento sempre alterando, mudando, melhorando os projetos que chegam aqui, mas de forma franca, leal, aberta, sempre colocando Mato Grosso e a população em primeiro lugar”, destacou Russi.
“Vamos continuar esse trabalho e esperamos que os projetos encaminhados aqui pelo governador Pivetta sejam, e acredito muito que sejam bons para o Estado. E sendo bom para Mato Grosso tem o apoio de toda a Assembleia Legislativa”, afirmou.
Questionado sobre a escolha do governador Pivetta de um novo líder no Parlamento, Russi disse não ter “noção” de como isso será feito, mas destacou que a Casa de Leis tem nomes preparados para exercer a liderança de governo. “Eu não tenho noção nenhuma de como ele vai fazer esse encaminhamento. Tem alguns nomes sendo cogitados, o deputado Dilmar tem exercido muito bem a liderança nos últimos anos. É um líder bastante presente e atuante, e tem outros nomes cogitados: Diego Guimarães, Avallone, Beto, enfim…o nome que for colocado terá todo apoio da Presidência e da Mesa Diretora”, garantiu.
“Temos bons nomes e quem for, terá condições de fazer um bom trabalho dentro da Casa. Independente do nome, tenho certeza de que essa missão vai ser bem executada, temos deputados muito capacitados para exercer a liderança do governo”, completou.
Cuiabá
Governador declara facções criminosas como organizações terroristas
O governador Otaviano Pivetta enviou, nesta quinta-feira (22.10), projeto de lei à Assembleia Legislativa para declarar facções criminosas, que atuam em Mato Grosso, como organizações terroristas.
Conforme a proposta, as forças de segurança de Mato Grosso poderão estabelecer protocolos específicos para o combate às facções que atuam no Estado.
“Queremos que nossas forças de segurança tenham todos os mecanismos necessários para combater esses criminosos, que na verdade são terroristas. Em Mato Grosso, vamos combater duramente os crimes, com tolerância zero, e não vamos descansar enquanto nossos cidadãos de bem não estiverem seguros, porque nosso trabalho é para dar segurança à nossa população”, afirmou Pivetta.
Inicialmente, a proposta estabelece duas facções como terroristas, mas também estabelece que outras podem ser incluídas no contexto.
O documento reconhece que a atuação das facções não se limita ao território estadual e, por isso, reforça a necessidade de coordenação das forças de segurança em cooperação com agentes nacionais, internacionais e de outros Estados.
O projeto de lei passará por votação pelos deputados estaduais.
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