Mato Grosso
Max Russi projeta Podemos forte e aposta em seis cadeiras na Assembleia: “Anotem aí”
Mato Grosso
O deputado estadual e presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, Max Russi (PSB), afirmou que o processo de formação e fortalecimento da sigla Podemos no estado tem sido “difícil”, mas destacou que o partido pretende se consolidar e disputar vagas na Câmara dos Deputados nas eleições de 2026.
A declaração foi dada em meio à transição de Russi para a presidência do Podemos em Mato Grosso cargo que deve ocupar em breve. Embora reconheça os desafios na estruturação da nova legenda no estado, o parlamentar afirmou que já existem conversas em andamento para montar chapas competitivas tanto para deputado estadual quanto federal.
Max também afirmou que, apesar de haver um alinhamento inicial com o atual governo estadual, a definição do apoio político do Podemos nas eleições majoritárias ainda depende de decisões que devem ser tomadas nos próximos meses, especialmente em relação às candidaturas do vice-governador e do senador da base aliada.
O deputado ressaltou que o partido busca atrair nomes competitivos para disputar espaços no Congresso Nacional e que a estratégia eleitoral está sendo construída de forma gradual, com foco tanto na votação proporcional quanto nas grandes posições de poder.
“Se você errar um nome, dos nove [que devem compor a chapa], complica toda a sua chapa. Porque serão necessários 250 mil votos para eleger o federal e atingir o quociente”, disse.
Segundo ele, a consolidação do Podemos em Mato Grosso passa por organizar a sigla em nível local e apresentar alternativas políticas que dialoguem com as demandas dos eleitores nas eleições de 2026.
Cuiabá
Governador declara facções criminosas como organizações terroristas
O governador Otaviano Pivetta enviou, nesta quinta-feira (22.10), projeto de lei à Assembleia Legislativa para declarar facções criminosas, que atuam em Mato Grosso, como organizações terroristas.
Conforme a proposta, as forças de segurança de Mato Grosso poderão estabelecer protocolos específicos para o combate às facções que atuam no Estado.
“Queremos que nossas forças de segurança tenham todos os mecanismos necessários para combater esses criminosos, que na verdade são terroristas. Em Mato Grosso, vamos combater duramente os crimes, com tolerância zero, e não vamos descansar enquanto nossos cidadãos de bem não estiverem seguros, porque nosso trabalho é para dar segurança à nossa população”, afirmou Pivetta.
Inicialmente, a proposta estabelece duas facções como terroristas, mas também estabelece que outras podem ser incluídas no contexto.
O documento reconhece que a atuação das facções não se limita ao território estadual e, por isso, reforça a necessidade de coordenação das forças de segurança em cooperação com agentes nacionais, internacionais e de outros Estados.
O projeto de lei passará por votação pelos deputados estaduais.
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