Mato Grosso

Ratinho comenta processo de Erika Hilton em Cuiabá e diz não temer condenação

Publicado em

Mato Grosso

Em agenda realizada na manhã desta sexta-feira (20), no Palácio Paiaguás, em Cuiabá, o apresentador Ratinho voltou a comentar o processo movido pela deputada federal Erika Hilton após declarações feitas em seu programa no SBT.

A polêmica teve início quando ele questionou a escolha da parlamentar para presidir a Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher na Câmara dos Deputados. Na ocasião, afirmou que “não achou justo” a decisão e disse que, em sua avaliação, uma mulher trans não deveria ocupar o cargo.

Questionado sobre a ação judicial, Ratinho minimizou a possibilidade de condenação. “Eu não acredito que ela ganhe esse processo. Seria uma coisa muito desleal”, declarou. Ele também criticou a postura da deputada e afirmou que não se intimida. “Ela é uma deputada que a forma dela falar ela é malcriada, e aquele mal criamento dela assusta algumas pessoas, mas eu não me assusto”, disse.

O apresentador reforçou que não pretende mudar o posicionamento adotado anteriormente e classificou sua fala como uma opinião. “A minha posição é essa, não vai mudar. Eu dei minha opinião”, afirmou. Segundo ele, a repercussão do caso foi desproporcional. “Até estranhei a polêmica tão grande, porque não era uma coisa para dar uma polêmica tão grande”, completou.

Ao justificar a crítica, Ratinho afirmou que seu entendimento parte da vivência feminina. “Quem entende de mulher é a própria mulher. Alguém que nunca foi mulher não vai saber o que a mulher sente”, disse.

Por fim, ele negou ter cometido preconceito e afirmou respeitar diferentes identidades. “Eu dei a minha opinião, não ataquei. Respeito e continuo respeitando todo mundo que tenha o seu modelo de viver diferente”, destacou.

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

Mato Grosso

Faissal articula bloco de até 12 deputados para apoiar reeleição de Max Russi e disputar primeira-secretaria

Publicados

em

O deputado estadual Faissal Calil (PL) articula a formação de um bloco de até 12 parlamentares para apoiar a reeleição de Max Russi (Podemos) à presidência da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT). Em contrapartida, o grupo pretende conquistar a primeira-secretaria da Casa, um dos principais cargos da Mesa Diretora.

A eleição está prevista para ocorrer após a posse dos deputados eleitos, marcada para 1º de fevereiro de 2027. A primeira-secretaria é considerada uma das funções mais importantes da estrutura administrativa do Legislativo, com atribuições relacionadas ao orçamento da Assembleia.

Negociação envolve diferentes partidos

A articulação reúne parlamentares do PL, Republicanos e União Brasil. Em entrevista à Rádio Cultura nesta terça-feira (20), Faissal afirmou que pretende reunir os deputados interessados e, posteriormente, apresentar a Max Russi uma proposta conjunta de apoio à permanência do parlamentar na presidência.

“A nossa questão é a primeira-secretaria. E nós vamos fazer um grupo e vamos chamar o Max. Aqui estão os votos que você precisa para ser presidente, e nós queremos a primeira-secretaria”, afirmou o deputado

Além de Faissal, demonstraram interesse em disputar a primeira-secretaria os deputados Diego Guimarães (Republicanos), Dilmar Dal Bosco (União Brasil) e Chico Guarnieri (PSDB). Segundo Faissal, a intenção é construir uma candidatura de consenso entre os integrantes do bloco.

O parlamentar também afirmou que já iniciou conversas com os outros três deputados eleitos pelo PL: Gilberto Cattani, Samanatha Iris e Alcino Barcelos. O deputado Dr. Eugênio de Paiva (Republicanos) também teria manifestado apoio à articulação, embora não pretenda disputar o cargo.

PL reivindica maior espaço na Mesa Diretora

Faissal defende que o PL tenha prioridade na escolha do primeiro-secretário devido ao crescimento da bancada nas eleições deste ano. O partido passou de dois para quatro deputados estaduais eleitos e deverá formar a segunda maior bancada da próxima legislatura, atrás apenas do Podemos, que elegeu seis parlamentares.

Para o deputado, o resultado eleitoral justifica uma participação mais expressiva da sigla nos espaços de decisão da Assembleia.

“O PL tem que ser protagonista em todas as esferas de poder, inclusive na Assembleia Legislativa. A gente tem a segunda maior bancada da Assembleia, nada mais justo de termos a primeira-secretaria”, declarou.

Leia Também:  Wilson Santos anuncia nova fase da CPI da Saúde com convocação de procuradores e inspeções em hospitais

Faissal também destacou que o PL ainda não ocupou a presidência nem a primeira-secretaria da Assembleia e avaliou que o momento é favorável para o partido conquistar uma das principais posições da Mesa Diretora.

Faissal foi reeleito com mais de 41 mil votos

Em seu terceiro mandato, Faissal afirmou ser o mais experiente entre os quatro deputados eleitos pelo PL e disse estar preparado para assumir a primeira-secretaria.

O parlamentar foi reeleito com 41.039 votos, o equivalente a 2,13% dos votos válidos, segundo os dados mencionados na reportagem.

As negociações devem avançar nos próximos meses, com a expectativa de consolidar o bloco e definir a composição que será apresentada para a eleição da nova Mesa Diretora.

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

POLÍTICA

POLÍCIA

ESPORTES

ENTRETENIMENTO

MAIS LIDAS DA SEMANA