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Saúde e Educação concentram maior fatia do orçamento de Sinop em 2026

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O prefeito de Sinop, Roberto Dorner (PL), afirmou que Saúde e Educação serão as principais prioridades da gestão no segundo ano do atual mandato. De acordo com a Lei Orçamentária Anual (LOA), o município terá orçamento previsto de R$ 1,5 bilhão, sendo R$ 784 milhões destinados às duas áreas. O planejamento inclui a retomada e aceleração de obras, modernização da máquina pública e articulação para captação de emendas federais visando 2026.

Em entrevista à Gazeta Digital, Dorner disse que Sinop deve se transformar em um “canteiro de obras” para acompanhar o crescimento da região. Na Educação, que concentra R$ 447 milhões, estão previstas a construção de cinco novas escolas em parceria com o governo do Estado, entre elas uma unidade militar, uma escola em tempo integral e a reconstrução de uma estrutura atingida por incêndio. Já a Saúde contará com R$ 337 milhões, destinados à implantação de uma policlínica no residencial Nico Baracat, à construção da primeira maternidade municipal e à abertura do hospital municipal, cuja obra física já está concluída.

Outras áreas também receberam previsão de investimentos. Infraestrutura e Mobilidade somam R$ 49 milhões, com obras de pavimentação, revitalização da avenida Júlio Campos, ampliação da avenida André Maggi e implantação de semáforos inteligentes, além de um mini anel viário para desviar o tráfego pesado da BR-163. O planejamento inclui ainda recursos para Esporte e Lazer, Meio Ambiente e Habitação. Reeleito com 68,41% dos votos válidos, Dorner cumpre seu segundo mandato à frente do Executivo municipal.

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REUNIÃO: Dr. João recebe representantes da Rumo e reforça pedido por ida de ferrovia para Tangará e região do Parecis

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Representantes da empresa apresentaram andamento da obra que deve ter a primeira parte entregue no meio do ano.

O primeiro-secretário da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, deputado estadual Dr. João (MDB), recebeu nesta quarta-feira (22), em seu gabinete, representantes da Rumo, empresa responsável pela implantação da Ferrovia de Mato Grosso, e voltou a defender a ampliação do projeto para contemplar Tangará da Serra e a região do Parecis.

Durante o encontro, o parlamentar reforçou a importância estratégica de levar os trilhos para uma das regiões mais produtivas do Estado, com potencial para reduzir custos logísticos, ampliar a competitividade do agronegócio e abrir novas frentes de desenvolvimento regional.

A agenda também serviu para retomar a articulação iniciada por Dr. João junto aos órgãos competentes, em defesa da inclusão de Tangará e do Parecis no planejamento ferroviário de Mato Grosso.

Recentemente, o deputado apresentou indicação ao Ministério dos Transportes pedindo a extensão da malha ferroviária até Tangará da Serra. A demanda recebeu resposta oficial positiva da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), que confirmou à Assembleia que o município está inserido nos estudos de ampliação e integração das ferrovias federais, com análise de projetos ligados à FICO e à FIOL.

Na avaliação de Dr. João, a confirmação dos estudos fortalece a tese de que Tangará da Serra e a região do Parecis não podem ficar fora de um projeto logístico com impacto direto sobre o futuro econômico de Mato Grosso.

“Estamos falando de uma região extremamente produtiva, que precisa estar conectada aos grandes corredores logísticos do Estado. A ferrovia não pode passar longe de quem produz, investe e movimenta a economia. Por isso, seguimos defendendo esse traçado para Tangará da Serra e para toda a região do Parecis”, afirmou o deputado.

A Ferrovia de Mato Grosso é considerada um dos principais empreendimentos de infraestrutura em andamento no Estado. O projeto prevê 743 quilômetros de extensão, conectando Rondonópolis a Lucas do Rio Verde, com passagem pela região de Cuiabá, dentro de um modelo de investimento totalmente privado. A proposta busca ampliar a capacidade de escoamento da produção agrícola em áreas onde o transporte rodoviário ainda predomina.

A própria Rumo informou, em abril, que prevê investir entre R$ 5,5 bilhões e R$ 6,1 bilhões em 2026, com expectativa de colocar em operação comercial, até o terceiro trimestre do ano, o primeiro trecho de 162 quilômetros da ferrovia em Mato Grosso.

Além do avanço físico do empreendimento, Dr. João argumenta que a discussão sobre o traçado precisa considerar o papel de polos regionais que concentram produção, serviços e potencial logístico. Para ele, a chegada da ferrovia a Tangará da Serra pode impulsionar não apenas o município, mas toda a região do Parecis, fortalecendo um corredor multimodal capaz de atrair investimentos e ampliar a eficiência do transporte de cargas.

A defesa da ampliação do projeto também se apoia na realidade logística do Estado. Segundo consta, a nova estrutura foi concebida justamente para aliviar a dependência do modal rodoviário em áreas fortemente ligadas ao agronegócio, cenário em que o caminhão ainda responde por parcela majoritária do escoamento da produção.

Para Dr. João, o momento é de manter a articulação política e institucional para que o projeto avance sem perder de vista regiões que têm peso econômico e papel estratégico dentro de Mato Grosso.

“Nosso trabalho é garantir que Tangará da Serra e o Parecis estejam no mapa das grandes decisões de infraestrutura. A resposta da ANTT foi importante, a reunião com a Rumo também foi produtiva, e vamos continuar insistindo para que essa pauta avance de forma

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