Mato Grosso

Sílvio Fidélis retorna ao Paço Couto Magalhães e é o novo secretário de Governo de VG

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Foi oficializada nesta sexta-feira (19.12) mais uma mudança no primeiro escalão da gestão do município de Várzea Grande. Ex-secretário municipal de Educação em duas gestões diferentes, Sílvio Fidélis é o escolhido da prefeita Flávia Moretti (PL) para comandar a Secretaria Municipal de Governo. Ele substitui Carol Mello que pediu exoneração do cargo após ficar no posto por menos de seis meses.

Fidélis possui uma longa atuação na administração pública de Várzea Grande. Ele comandou a Educação do município nas gestões dos ex-prefeitos Lucimar Sacre de Campos (União) e Kalil Baracat (MDB) entre os anos de 2015 e 2024.

Como secretário de Governo, ele terá a missão de aprimorar a interlocução da prefeita com a Câmara Municipal e com os demais entes públicos de forma a garantir o avanço dos projetos elaborados pelo Executivo.

Antes de aceitar o convite de Moretti, Fidélis chegou a ser anunciado como secretário adjunto de Educação de Cuiabá em uma postagem nas redes sociais feitas pelo titular da pasta, Amauri Monge. Fidélis foi também presidente da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime) de Mato Grosso.

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Cuiabá

Governador declara facções criminosas como organizações terroristas

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O governador Otaviano Pivetta enviou, nesta quinta-feira (22.10), projeto de lei à Assembleia Legislativa para declarar facções criminosas, que atuam em Mato Grosso, como organizações terroristas.

Conforme a proposta, as forças de segurança de Mato Grosso poderão estabelecer protocolos específicos para o combate às facções que atuam no Estado.

“Queremos que nossas forças de segurança tenham todos os mecanismos necessários para combater esses criminosos, que na verdade são terroristas. Em Mato Grosso, vamos combater duramente os crimes, com tolerância zero, e não vamos descansar enquanto nossos cidadãos de bem não estiverem seguros, porque nosso trabalho é para dar segurança à nossa população”, afirmou Pivetta.

Inicialmente, a proposta estabelece duas facções como terroristas, mas também estabelece que outras podem ser incluídas no contexto.

O documento reconhece que a atuação das facções não se limita ao território estadual e, por isso, reforça a necessidade de coordenação das forças de segurança em cooperação com agentes nacionais, internacionais e de outros Estados.

O projeto de lei passará por votação pelos deputados estaduais.

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