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Assassino avisou esposa de PM sobre suposto caso extraconjugal; veja vídeo

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Conteúdo/ODOC – Jonathan Vieira dos Santos, apontado pela Polícia Civil como autor da morte do policial militar Renato Oliveira, de 32 anos, procurou a esposa da vítima apenas dois ou três dias antes do crime para revelar que o militar mantinha um suposto relacionamento extraconjugal com sua companheira.

A informação foi divulgada nesta quarta-feira (5) pelo delegado Rogério Gomes, da Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).

Renato foi morto na noite de terça-feira (4), enquanto participava de uma aula de jiu-jítsu em um Centro de Referência de Assistência Social (Cras), no bairro Cristo Rei, em Várzea Grande.

Segundo as investigações, Jonathan já demonstrava inconformismo com o suposto envolvimento amoroso entre sua companheira e o policial, comportamento que antecedeu o homicídio. “Ele vinha dando sinais de que estava descontente com esse possível relacionamento. Não sinais de que iria matar, mas de que estava incomodado com a situação”, afirmou o delegado Rogério Gomes.

A investigação aponta que Jonathan procurou a esposa de Renato dias antes da execução para contar sobre a suposta traição. O contato foi confirmado pela mulher em depoimento prestado à Polícia Civil.

Para a DHPP, esse episódio é um dos elementos que sustentam a hipótese de que o assassinato foi premeditado. Os investigadores também apuram se o fato de Jonathan saber que Renato era policial militar teve influência na forma como o crime foi planejado e executado.

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Policial penal que atirou contra entregador em Cuiabá é presa por tentativa de homicídio

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Conteúdo/ODOC – A Polícia Civil prendeu preventivamente, na tarde desta quarta-feira (5), a policial penal Jorcenilma Franca Viegas, de 46 anos, investigada por atirar contra o entregador Carlos Filipe, de 34 anos, durante a devolução do celular perdido pela filha da servidora, em Cuiabá. A decisão foi tomada após a Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) concluir que as provas reunidas desmentem a versão apresentada pela suspeita.

Jorcenilma teve a prisão decretada pelos crimes de tentativa de homicídio qualificado e fraude processual. Segundo a investigação, não há elementos que confirmem a alegação de que o entregador tentou tomar a arma da policial antes dos disparos.

O crime ocorreu no dia 22 de julho, quando Carlos foi até a residência da servidora para entregar o aparelho celular encontrado. Durante a ação, ele foi baleado na perna direita e nas costas.

As imagens de câmeras de segurança analisadas pela DHPP mostram o momento em que o entregador entrega o celular à filha da policial. Na sequência, Jorcenilma aparece armada, aponta a pistola para a vítima, manda que ela se deite no chão e efetua mais de dez disparos, enquanto crianças brincavam na rua.

Conforme a DHPP, a investigação também descartou a versão de que Carlos teria tentado extorquir a filha da policial. Conforme apurado, a devolução do aparelho havia sido previamente combinada e o entregador receberia R$ 100 como recompensa pelo celular encontrado.

Após ser baleado, Carlos foi socorrido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e encaminhado ao Hospital Municipal de Cuiabá (HMC), onde permaneceu internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI). O estado de saúde dele não foi atualizado.

A policial penal foi encaminhada à sede da Polícia Interestadual (Polinter), onde permanecerá presa até passar por audiência de custódia.

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