Polícia
Gaeco investiga servidores que usavam estrutura de prefeitura para promover facção criminosa em MT
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O Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco) de Sinop, a 451 km de Cuiabá, cumpriu, nesta terça-feira (2), quatro mandados de busca e apreensão contra dois servidores da Prefeitura, que integravam cargos de confiança e são suspeitos de ligação com a facção criminosa Comando Vermelho.
A ação faz parte da Operação “Aliança Oculta”, que investiga a possível influência da organização criminosa na estrutura administrativa do município de Sinop.
As investigações começaram após a apreensão de celulares com traficantes em operações anteriores do Gaeco, com autorização da Justiça. Durante a análise do conteúdo dos aparelhos e de documentos apreendidos, a perícia identificou que festas populares vinham sendo realizadas com recursos da facção.
Esses eventos, embora apresentados como entretenimento, eram usados para promover a organização criminosa, atrair jovens e ampliar sua influência nas comunidades.
Os investigadores identificaram que grupos criminosos promovem ações públicas para ganhar aceitação social e fortalecer a atuação. Os servidores da Prefeitura de Sinop seriam responsáveis por facilitar ações do grupo, inclusive com o uso da estrutura pública para obtenção de vantagens e expansão das atividades criminosas.
Durante o cumprimento das ordens judiciais, foram apreendidos celulares, documentos e mídias digitais, que passarão por perícia e serão objetos de uma nova investigação que segue em andamento.
A ação contou com o apoio do Ministério Público do Estado de Mato Grosso, do 3º Comando Regional da Polícia Militar, da 26ª Companhia Independente de Força Tática e da Polícia Judiciária Civil de Sinop.
O Gaeco é uma força-tarefa permanente formada por integrantes do Ministério Público, Polícia Civil, Polícia Militar, Polícia Penal e Sistema Socioeducativo, que atuam de forma integrada no combate ao crime organizado.
Polícia
Disparo que matou criança de 10 anos em MT ocorreu durante brincadeira com o irmão
Conteúdo/ODOC – O adolescente de 15 anos, irmão da menina de 10 anos que morreu após ser atingida por um tiro na cabeça, em Sinop, contou à Polícia Civil que os dois brincavam de guerra de travesseiros quando uma espingarda caiu no chão e disparou acidentalmente. A tragédia ocorreu na tarde de quinta-feira (15), dentro da residência da família.
Segundo o relato do adolescente, a arma estava encostada no canto de uma parede do cômodo onde os irmãos brincavam. Ao puxar um travesseiro, a espingarda teria caído, disparado e atingido a cabeça da menina.
O Corpo de Bombeiros foi acionado por volta das 13h50. Quando os socorristas chegaram ao imóvel, encontraram a criança ferida e constataram que ela já estava morta.
Conforme os militares, as informações preliminares apontam que a espingarda estava carregada no momento da queda.
Até o momento, não foi informado a quem pertencia a arma nem esclarecidas as circunstâncias exatas que provocaram o disparo.
A Polícia Civil e a Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) foram acionadas para realizar os procedimentos no local.
O caso é investigado pela Polícia Civil, que deverá apurar a versão apresentada pelo adolescente e as circunstâncias da morte.
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