Polícia

Imagens de câmeras auxiliam recuperação de carro menos de 2h após roubo em VG

Publicado em

Polícia

Com apoio do Vigia Mais MT, equipes policiais localizaram um veículo duas horas após ter sido roubado, na tarde deste domingo (4), em Várzea Grande.

O roubou ocorreu por volta da 16h, quando a vítima, que prestava serviço para uma empresa, foi abordada por um suspeito armado, que levou o veículo.

No momento da ocorrência, não foi possível identificar a placa, sendo repassadas apenas características do automóvel.

A partir dessas informações, a equipe de videomonitoramento iniciou buscas e conseguiu identificar o veículo Renault ao passar por uma câmera com sistema de leitura automática de placas (OCR) sentido Várzea Grande.

Com o alerta, as informações foram repassadas às equipes do 25º Batalhão da Polícia Militar, que realizaram diligências e localizaram o veículo abandonado no bairro Jardim Maringá, poucas horas após o crime.

O automóvel foi recuperado e encaminhado à Delegacia da Polícia Judiciária Civil para as providências legais cabíveis.

O Vigia Mais MT

Desde sua criação, em março de 2023, o Programa Vigia Mais já ajudou a recuperar cerca de 600 veículos e devolveu R$ 23 milhões em patrimônio à sociedade com a recuperação de carros, caminhões, motos e outros automotores.

As câmeras do programa estadual de videomonitoramento em segurança pública estão presentes nos 142 municípios auxiliando na prevenção, repressão e investigação de crimes.

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

Polícia

Justiça condena faccionados envolvidos em mortes, tráfico e entrada de celulares em presídio de MT

Publicados

em

A investigação da Polícia Civil levou a Justiça de Mato Grosso a condenar integrantes de um grupo criminoso alvo da Operação Escariotes, deflagrada em Sorriso, após investigação conduzida pela Delegacia de Homicídios do município com apoio da Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO).

A sentença, proferida pela 5ª Vara Criminal da Comarca de Sinop no dia 30 de abril de 2026, reconheceu a atuação estruturada do grupo criminoso envolvido em delitos como tráfico de drogas, organização criminosa, corrupção ativa e passiva e introdução ilegal de aparelhos celulares em unidade prisional.

As investigações tiveram início a partir da apuração de um homicídio ocorrido em março de 2024, que levou à identificação de uma rede hierarquizada de atuação dentro e fora do sistema prisional. O grupo operava de forma estruturada, com divisão de funções e comunicação por aplicativos de mensagens, mantendo atividades ilícitas mesmo com integrantes presos.

Entre os crimes praticados pelos investigados estão tráfico de drogas, extorsões, fraudes eletrônicas e entrada ilegal de celulares em presídios. A sentença também evidenciou que os aparelhos celulares introduzidos nas unidades prisionais foram utilizados para ordenar crimes, incluindo homicídios.

Apontado como líder do grupo, D.O.S. foi condenado pelos crimes de organização criminosa, tráfico de drogas e corrupção ativa. As penas somadas chegam a 31 anos, 7 meses e 24 dias de reclusão, além de pagamento de multa.

A decisão destacou que o condenado exercia papel central na coordenação das atividades ilícitas, inclusive de dentro do sistema prisional, demonstrando alta periculosidade, multirreincidência e liderança na organização criminosa.

O policial penal M.F. também foi condenado por sua participação no esquema criminoso. Ele foi responsabilizado por organização criminosa, tráfico de drogas e corrupção passiva. A pena total fixada foi de 19 anos e 4 meses de reclusão, além de multa. Ele ainda responde a processo administrativo no Estado.

As investigações da Polícia Civil identificaram que o servidor utilizava sua função para introduzir celulares e drogas no presídio, além de viabilizar acesso à internet aos detentos, favorecendo a continuidade das atividades criminosas. A Justiça ressaltou que o uso da função pública para favorecer o crime organizado agravou significativamente a conduta do condenado.

Outro integrante identificado como peça importante na engrenagem criminosa, V.N.S., foi condenado pelos crimes de organização criminosa e corrupção ativa. Durante a dosimetria, a Justiça considerou a atuação conjunta com membros da facção, inclusive com liderança presa, além da reincidência criminal do acusado, fatores que contribuíram para o aumento da pena.

Segundo o delegado Bruno França, responsável pelas investigações, a condenação dos investigados representa mais um resultado do trabalho investigativo da Polícia Civil no enfrentamento às facções criminosas em Mato Grosso, especialmente no combate à atuação de lideranças que operam de dentro do sistema prisional.

“A condenação dos envolvidos representa um importante avanço no enfrentamento à criminalidade, evidenciando evidenciou a importância da integração entre unidades especializadas e o uso de técnicas investigativas para desarticular organizações criminosas”, concluiu o delegado.

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

POLÍTICA

POLÍCIA

ESPORTES

ENTRETENIMENTO

MAIS LIDAS DA SEMANA