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Moradora de Cuiabá que havia desaparecida no Nortão é achada morta às margens de rio

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Conteúdo/ODOC – O corpo de Jéssica Brigida de Almeida, de 35 anos, foi encontrado no final na tarde deste sábado (1) em uma área de mata às margens do Rio Peixotinho, em Matupá (695 km de Cuiabá). A Polícia Civil informou que corpo tinha sinais compatíveis com violência.

Ela era moradora do bairro Pedra 90, em Cuiabá, e estava deseparecida desde o dias 27 de julho após ter ido trabalhar no município de Peixoto de Azevedo (691 km de Cuiabá).

A morte de Jéssica é tratada como homicidio, mas ainda não há informações sobre as circusntâncias do crime, nem a autoria. De acordo com informações da Políicia Civil, familiares disseram que Jéssica foi vista pela última vez por volta das duas horas da madrugada do dia 27 de julho em um bar de Peixoto de Azevedo, e deixou de responder mensagens e atender ligações.

Desde então, não havia sido mais vista, o que levou familiares e autoridades iniciarem buscas na região.

A família registrou o desaparecimento e passou a cobrar respostas das autoridades. Na noite de quarta-feira (29), parentes e amigos realizaram um protesto no bairro Pedra 90, em Cuiabá, pedindo agilidade nas buscas e justiça pelo caso.

O corpo de Jéssica foi encontrado na cidade de Matupá, distante 12 km. A vítima usava o mesmo vestido vermelho do dia em que foi vista pela última vez.

As circunstâncias do crime ainda não foram esclarecidas e o caso segue sob investigação da Polícia Civil.

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Mulher morta pelo marido levou mais de 40 facadas e bebê teve cinco perfurações

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Conteúdo/ODOC – A Polícia Civil informou que Taymilla Reis da Silva, de 23 anos, brutalmente assassinada pelo marido, Jailton Gonçalves Barreira, na última quinta-feira (17), foi atingida por mais de 40 golpes de faca. O crime aconteceu em uma fazenda de São Félix do Araguaia (1.014 km de Cuiabá).

O filho do casal, Emanuel Reis Gonçalves, de apenas quatro meses, também foi atacado e sofreu cinco perfurações no tórax. Segundo o delegado Daniel Moura, o bebê estava próximo da mãe e foi esfaqueado depois que Taymilla já havia sido morta.

O delegado explicou ainda que Jailton não demonstrou abalo emocional durante o depoimento. Segundo Moura, o suspeito apenas afirmou que estava arrependido. “Ele não esboçou nenhuma reação de choro e não se mostrou abalado. Apenas disse que se arrependia”, relatou.

Em depoimento, Jailton contou que a discussão com Taymilla começou por volta das 7h, na casa onde o casal morava com os filhos. Conforme a versão apresentada por ele, o desentendimento teria começado porque a mulher queria ir embora para Porto Alegre do Norte e aguardava que os patrões fossem buscá-la.

Jailton apresentava um ferimento na cabeça e afirmou ter sido atingido pela mulher com um pedaço de madeira durante a discussão. Para o delegado, porém, a lesão pode ter ocorrido quando Taymilla tentou se defender do ataque.

Moura ressaltou que o ferimento não pode ser usado como justificativa para a violência praticada contra a mulher e o bebê. A dinâmica completa do crime ainda depende da conclusão dos exames periciais.

Horas antes do ataque, Taymilla havia ligado para a mãe pedindo ajuda e dizendo que acreditava que seria morta pelo companheiro. O irmão dela, de 18 anos, foi até a propriedade e chegou a presenciar o momento em que Jailton puxava os cabelos da irmã enquanto desferia os golpes de canivete.

Segundo o relato feito à Polícia Civil, o bebê ainda estava vivo naquele momento e chorava muito. O rapaz deixou o local para pedir ajuda.

Mãe e filho foram encontrados a cerca de 700 metros da casa onde moravam com Jailton, o que, segundo a investigação, indica que Taymilla tentava deixar o local quando foi atacada.

Além do bebê, o casal tinha outros três filhos, com idades entre 3 e 8 anos. As crianças estavam na casa dos avós no momento do crime.

Durante as buscas, Jailton foi encontrado dormindo. Conforme o boletim de ocorrência registrado pela Polícia Militar, ele foi preso sem oferecer resistência.

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