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PC apreende três veículos, joias e cerca de R$ 53 mil em dinheiro de acusados de vazar investigação

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A Polícia Civil apreendeu três veículos, joias e cerca de R$ 53 mil em dinheiro durante o cumprimento de quatro mandados de busca e apreensão, na Operação Backchannel, em Cuiabá, realizada nesta terça-feira (7). As ordens judiciais foram expedidas pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juízo das Garantias da Capital.

A operação faz parte de uma investigação conduzida pela Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO) e pela Delegacia Especializada de Repressão ao Crime Organizado (Draco), que apura o vazamento de informações sobre diligências policiais realizadas em um condomínio residencial da Capital.

No decorrer da investigação, a Polícia Civil constatou que, além do alvo inicial ligado à facção criminosa, havia o envolvimento de um morador do mesmo condomínio, bem como do vigilante e do ronda do residencial. Diante dos indícios levantados, foram cumpridos mandados de busca e apreensão nas residências de cada um deles, localizadas em diferentes bairros de Cuiabá.

Durante o adentramento tático no imóvel do alvo principal, nesta terça-feira (7.7), os policiais visualizaram o investigado arremessando um aparelho celular para os fundos da residência, em aparente tentativa de ocultar o equipamento e dificultar a ação policial. Em seguida, a equipe diligenciou nos imóveis vizinhos e, com a colaboração dos moradores, localizou o aparelho celular.

Ao final das diligências, além do telefone, foram apreendidos três veículos, joias e cerca de R$ 53 mil em dinheiro. E o alvo conduzido, em flagrante, conduzido até a delegacia para realização dos procedimentos legais cabíveis e, posteriormente, colocado à disposição da Justiça.

As equipes da GCCO e da Draco seguem com as investigações para combater as ações da facção criminosa, bem como concluir a identificação e a individualização da conduta de quem acessou, registrou, transmitiu ou utilizou as informações sigilosas.

Operação Backchannel

O nome Backchannel, que significa “canal paralelo”, faz referência à rede informal, oculta e clandestina de comunicação que teria sido utilizada para alertar investigados sobre diligências policiais.

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Policiais arrombam casa durante operação contra “Tropa do Batman” em Várzea Grande; vídeo

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Conteúdo/ODOC – Um vídeo mostra o momento em que policiais arrombam a porta de uma residência em Várzea Grande durante a Operação Dark Route, deflagrada nesta terça-feira (25) contra integrantes da chamada “Tropa do Batman”, grupo ligado ao Comando Vermelho (CV).

Nas imagens, os policiais utilizam um aríete tático para romper a porta do imóvel. Em seguida, a equipe entra na residência para cumprir as medidas judiciais e procurar o alvo da operação.

A ação conta com nove mandados de prisão preventiva, além de três mandados de busca e apreensão e cinco ordens de sequestro de veículos de luxo.

Entre os alvos está Jonas Souza Gonçalves Júnior, o “Batman”, apontado como uma das lideranças do grupo em Mato Grosso. Ele continua foragido.

Quatro alvos tiveram os mandados cumpridos nesta terça-feira: Josiel Raimundo Fernandes, o “Xuxu” ou “Hane”; Edenison Luiz Moura de Melo, o “Chorão” ou “Delícia”; César Augusto Ramalho; e Luis Fernando Silva Oliveira, o “Frajola”.

Guilherme Moura da Silva, conhecido como “Vasco”, já havia sido preso na última quinta-feira (20), durante o avanço das investigações. Ele é apontado como um dos auxiliares da liderança.

De acordo com o delegado Antenor Pimentel, outro integrante também foi preso durante as investigações, enquanto deixava uma área dominada pela facção e estava com uma das BMWs que foram alvo de sequestro judicial.

Além de Batman, continuam sendo procurados Guilherme dos Santos da Silva, o “Gordinho”; Jerremy Valério Araújo; Salomão Araújo dos Santos, o “Sal da Várzea”; e Kayo Fernando Pereira da Cunha.

A investigação aponta que o grupo mantinha uma estrutura de apoio no Rio de Janeiro para proteger integrantes procurados pela Justiça de Mato Grosso e dar suporte às atividades criminosas.

Parte dos investigados estaria instalada no Complexo do Alemão, utilizado, conforme a apuração, como ponto de proteção e articulação.

A Polícia Civil também identificou integrantes armados com fuzis de uso restrito, além de movimentação relacionada à guarda e ao deslocamento de armas e munições.

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