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PC deflagra operação para identificar quem ajudou alvos de investigação em Cuiabá durante buscas

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A Polícia Civil deflagrou, na manhã desta terça-feira (7), a Operação Backchannel, destinada a apurar o vazamento de informações sobre diligências policiais realizadas em um condomínio residencial de Cuiabá, durante os trabalhos investigativos que apurava ações de uma organização criminosa.

Na operação são cumpridos quatro mandados de busca e apreensão, expedidos pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juízo das Garantias, em Cuiabá, com o objetivo de identificar e individualizar a conduta de quem acessou, registrou, transmitiu ou utilizou as informações sigilosas.

A investigação, desencadeada pela Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO) e Delegacia Especializada de Repressão ao Crime Organizado (Draco), teve início após a constatação de que, menos de 24 horas depois de uma diligência sigilosa, pessoas ligadas aos investigados, ao ter conhecimento da presença da equipe policial no local, teriam informado aos alvos sobre a ação policial.

Uma imagem de um policial civil, obtida a partir do sistema interno de videomonitoramento do condomínio, teria sido compartilhada em grupos de whatsapp.

Segundo as apurações, a informação teria sido repassada por funcionários e intermediários até chegar a familiares de pessoas investigadas em razão de possível vínculo com organização criminosa.

A investigação apurou ainda que, dias depois, durante a deflagração de outra operação policial, diversos alvos não foram localizados. A circunstância reforçou ainda mais a suspeita de que informações sobre a atuação da polícia teriam sido antecipadamente transmitidas, comprometendo o cumprimento das medidas judiciais.

O nome Backchannel, que significa “canal paralelo”, faz referência à rede informal, oculta e clandestina de comunicação que teria sido utilizada para alertar investigados sobre diligências policiais.

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Criança de 10 anos morre com tiro acidental na cabeça dentro de residência; polícia investiga

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Conteúdo/ODOC – Uma criança de 10 anos morreu após ser atingida por um tiro na cabeça na tarde desta quinta-feira (15), dentro de uma residência em Sinop. A Polícia Civil investiga a suspeita de disparo acidental.

O Corpo de Bombeiros foi acionado por volta das 13h50, mas, quando a equipe de resgate chegou ao imóvel, a criança já estava morta.

Diante da situação, os militares acionaram a Polícia Civil e a Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec), que realizaram os procedimentos necessários no local.

As circunstâncias da morte ainda são investigadas. Segundo a imprensa local, a principal suspeita é de que o disparo tenha ocorrido de forma acidental.

Até o momento, não foram divulgadas informações sobre quem seria o proprietário da arma ou como a criança teve acesso a ela.

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