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PM detém cinco pessoas por tráfico de drogas e apreende 72 porções de entorpecentes

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Cinco pessoas foram detidas em flagrante por policiais militares do 19º Batalhão, nesta quarta-feira (28.1), suspeitas de tráfico ilícito de drogas em Tangará da Serra (a 242 km de Cuiabá). As equipes apreenderam 72 porções de entorpecentes, entre maconha e pasta base de cocaína, durante policiamento tático no município.

Os policiais militares receberam informações de que uma mochila, contendo entorpecentes, teria sido deixada em um terreno baldio no bairro Vila Horizonte. Em seguida, dois adolescentes, de 16 anos, supostamente integrantes de uma facção criminosa, foram vistos indo em direção ao local.

Os policiais militares reforçaram o policiamento na região e localizaram os menores, que tentaram fugir com a aproximação das equipes. Com eles, os militares apreenderam 29 porções de maconha. A dupla e os ilícitos foram conduzidos à delegacia.

Ainda durante o policiamento tático em Tangará da Serra, os policiais militares receberam informações de que um integrante de uma facção criminosa seria responsável pela comercialização de drogas na região do bairro Dona Júlia. O suspeito utilizava uma motocicleta e uma bag nas costas para a atividade ilícita.

Os militares do Raio e da Força Tática flagraram o suspeito saindo de uma área de mata e iniciaram uma perseguição policial. O motociclista foi localizado em um bar. Ele estava acompanhado de outras duas mulheres, de 16 e 28 anos.

Durante a abordagem, elas confessaram que auxiliavam no tráfico e apontaram a localização de diversos ilícitos. Ao todo, foram apreendidas 43 porções, entre maconha, cocaína e pasta base de cocaína. Os envolvidos foram encaminhados à delegacia.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: PM MT – MT

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Queda de avião em MT matou brasileiro e 2 paraguaios; PC apura tráfico internacional de drogas

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As investigações da Polícia Civil sobre a queda de uma aeronave, ocorrida em 10 de setembro, na zona rural de Água Boa, apontam para a possível utilização do avião no tráfico internacional de drogas. O acidente matou três pessoas.

Entre os ocupantes estavam um brasileiro, que teria adquirido a aeronave há cerca de quatro meses, e dois paraguaios. A investigação apura a origem e o destino do voo, além das circunstâncias que podem indicar o envolvimento da aeronave com o transporte de drogas.

As diligências da Delegacia de Água Boa identificaram a aeronave como um Cessna 402. O avião havia sido apreendido anos atrás em um processo criminal relacionado ao tráfico de drogas e, posteriormente, vendido em leilão público pela Justiça.

Cerca de quatro meses antes do acidente, a aeronave foi adquirida pelo novo proprietário, que, segundo a investigação, tinha conhecimento de que o avião não estava habilitado para operar no Brasil. A aeronave também não havia passado pelo processo de nacionalização, não possuía matrícula brasileira nem certificado de aeronavegabilidade.

Identificação dos ocupantes

O trabalho policial identificou os três ocupantes como um brasileiro e dois paraguaios. A partir da reconstituição do itinerário e da análise de imagens de câmeras de segurança que registraram o embarque, os agentes chegaram aos familiares, que auxiliaram no reconhecimento das vítimas.

A Polícia Civil ressalta, no entanto, que a identificação definitiva depende da conclusão dos exames periciais realizados pela Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec).

Rota internacional

As diligências indicam que a aeronave decolou de Goiânia sem autorização, documentação regular ou plano de voo aprovado. A análise do itinerário aponta como provável rota o deslocamento para países vizinhos, com possível destino à Venezuela. A hipótese foi reforçada por familiares dos passageiros, que relataram aos investigadores que um dos ocupantes havia informado que seguiria para o país.

Indícios de atividade ilícita

A análise dos elementos reunidos até o momento sustenta a hipótese de que a aeronave seria novamente utilizada em atividade ilícita, possivelmente relacionada ao tráfico internacional de drogas.

Entre os pontos analisados estão as circunstâncias da aquisição do avião e a forma de pagamento, que ainda são apuradas pela investigação.

Levantamento  aponta que a aeronave teria sido adquirida por valor elevado por uma pessoa cuja situação financeira não seria compatível com a negociação. O pagamento teria sido feito parte em dinheiro e parte com um veículo de alto valor.
O veículo usado na negociação já esteve registrado em nome de uma pessoa investigada por tráfico internacional de drogas. Além disso, um dos ocupantes tinha pendências judiciais no país de origem e restrição para deixar o território nacional.

Outro ponto considerado pela investigação é a decolagem sem documentação válida, autorização de voo ou plano de voo aprovado, circunstâncias que reforçam a hipótese de uma operação clandestina.

As investigações estão em fase final e aguardam a conclusão dos laudos periciais, especialmente aqueles relacionados à identificação técnica das vítimas. A Polícia Civil continua reunindo e analisando os elementos necessários para o completo esclarecimento dos fatos e das circunstâncias que envolveram o voo.

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