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Polícia Civil deflagra operação contra o tráfico de drogas na modalidade delivery
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A Polícia Civil, por meio da Delegacia Especializada em Repressão aos Narcóticos (Denarc), deflagrou, nesta terça-feira (23.9), a Operação Grande Rede, em combate ao tráfico de drogas em Cuiabá, Várzea Grande e Peixoto de Azevedo.
As equipes da Denarc, com apoio da Delegacia de Peixoto de Azevedo e da Polícia Penal, cumpriram oito mandados de prisão e quatro de busca e apreensão, expedidos pela Terceira Vara Criminal de Várzea Grande.
As investigações apontaram que o grupo era responsável pela comercialização de vários tipos de entorpecentes na baixada cuiabana, inclusive na modalidade “delivery”, e estava há bastante tempo atuando no mundo criminoso, sendo acompanhado pela especializada há alguns anos.
“O grupo realizava a venda de entorpecentes por meio de aplicativo de mensagens e entregava para os compradores no sistema de delivery. As investigações começaram em um esquema de entregas de Cuiabá, mas, conforme aprofundamos, chegamos a um traficante de Peixoto de Azevedo”, afirmou o delegado da Denarc Ronaldo Binoti Filho, responsável pela investigação.
Na manhã desta terça-feira, foram presos dois homens em Cuiabá, dois homens em Várzea Grande, um em Peixoto de Azevedo. Três detentos tiveram mandados de prisão cumpridos na Penitenciária Central do Estado (PCE).
Além disso, foram cumpridos três mandados de busca e apreensão em endereços em Cuiabá e um em Peixoto de Azevedo, que resultaram na apreensão de celulares, que passarão por perícia para continuidade das investigações.
Os presos serão interrogados e, em seguida, submetidos a audiências de custódia, ficando à disposição da Justiça.
O nome da operação, Grande Rede, foi escolhido devido às iniciais dos primeiros 3 investigados, “www”, que foram presos em flagrante no início das investigações.
Fonte: Policia Civil MT – MT
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Líder de facção criminosa namorava missionária e bancou cirurgia plástica
Conteúdo/ODOC – A missionária Rhavenna Barcelos de Almeida, presa nesta quinta-feira (16) durante a Operação Fariseus, teria recebido uma cirurgia plástica paga por um dos principais líderes do Comando Vermelho de Mato Grosso.
Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, titular da Delegacia Especializada de Repressão ao Crime Organizado (Draco) de Cuiabá, Rhavenna mantinha um relacionamento com Jonas Souza Gonçalves Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como um dos chefes da facção. Ele está foragido desde 2024, após romper a tornozeleira eletrônica enquanto cumpria medidas cautelares.
As investigações apontam que a missionária e outros integrantes do grupo recebiam benefícios em troca do apoio prestado à organização criminosa.
“Eles ganhavam proteção desses membros da organização criminosa e recebiam favores. Por exemplo, a presa teve uma cirurgia plástica paga por um líder da facção criminosa”, afirmou o delegado.
Além de Rhavenna, seus pais, os pastores Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida, responsáveis por uma igreja evangélica em Cuiabá, foram alvo de mandados de busca e apreensão por suspeita de participação no esquema.
Outro episódio investigado envolve um furto ocorrido na residência da missionária. Conforme a Polícia Civil, após identificar o suspeito, ela teria acionado integrantes da facção para aplicar um “salve”, em vez de registrar boletim de ocorrência.
“Houve uma situação de um crime patrimonial na residência dela. Ela identificou a pessoa e, em vez de procurar a Polícia, como deve fazer qualquer cidadão, buscou ajuda da facção criminosa, e esse salve ocorreu”, relatou Freitas.
Atuação dentro dos presídios
De acordo com a investigação, os suspeitos utilizavam projetos missionários para ingressar em unidades prisionais, onde levavam dinheiro, recados e determinações de líderes da facção presos.
A Polícia Civil afirma ainda que o grupo intermediava a comunicação entre criminosos de Mato Grosso e do Rio de Janeiro, além de ocultar recursos provenientes das atividades ilícitas.
“Os investigados se apresentavam como missionários para entrar nos presídios e levar a palavra aos detentos. No entanto, mantinham relação próxima com líderes da facção criminosa que atua em Mato Grosso, transmitiam recados e também lavavam dinheiro para esses integrantes”, disse o delegado.
Durante o cumprimento dos mandados, os policiais apreenderam veículos, dinheiro em espécie e camisetas que, segundo a investigação, fazem referência à facção criminosa.
A Polícia também apura a origem do patrimônio de Rhavenna. Segundo Freitas, há indícios de incompatibilidade entre o padrão de vida da investigada e a ausência de atividade econômica que justifique os bens.
“Eles se beneficiam de valores sem exercer atividade laboral. É uma troca de favores. Todo o patrimônio que ela constrói, segundo a investigação, não decorre de trabalho. Ela possui empresas de fachada e faz movimentação de valores em espécie”, afirmou.
“O patrimônio, os veículos e o padrão de vida dela são objetos da investigação, que busca confirmar se foram custeados por integrantes da facção”, completou.
Operação Fariseus
Além da prisão preventiva de Rhavenna, a operação cumpriu mandados de busca e apreensão, determinou a quebra dos sigilos telefônico, telemático e bancário dos investigados e proibiu temporariamente o ingresso deles em unidades prisionais por meio de projetos religiosos.
As ordens judiciais foram expedidas pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juízo das Garantias – Polo de Cuiabá, com base nas investigações da Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO) e da Draco.
Os investigados poderão responder pelos crimes de organização criminosa, corrupção de menor, tortura e lavagem de dinheiro. Segundo a Polícia Civil, a suspeita de lavagem está relacionada ao suposto recebimento de recursos ilícitos e à ocultação da origem dos valores por meio de movimentações financeiras.
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