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Polícia Civil deflagra operação para prender autores de homicídio em Pontes e Lacerda

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A Polícia Civil cumpre na manhã desta quarta-feira (3.9), três mandados de prisão preventiva contra suspeitos de envolvimento no homicídio de Juan Rangel Martins da Silva, ocorrido em setembro de 2024, em Pontes e Lacerda. As ordens judiciais fazem parte da Operação Extremum Agmen.

As ordens judiciais foram expedidas pela 3ª Vara da Comarca de Pontes e Lacerda com base em investigações conduzidas na delegacia do município. Os mandados foram cumpridos nas cidades de Mirassol D’Oeste, Cáceres e no estado do Espírito Santo, para onde um dos investigados fugiu.

A vítima, natural de Mirassol D’Oeste, estava desaparecida desde de 31 de agosto e teve o corpo encontrado no dia 02 de setembro do ano passado, às margens da BR 070. As investigações apontaram que o crime estaria ligado a divergências do tráfico de drogas.

Com a localização do corpo, foi dado início a um intenso trabalho de investigação para apuração do homicídio. Os trabalhos envolveram várias equipes da Delegacia de Pontes e Lacerda, resultando em diversas requisições para total esclarecimento do crime.

Durante as investigações, foi possível chegar a identificação de três envolvidos, sendo representado pelos mandados de prisão preventiva dos suspeitos, que foram deferidos pela Justiça.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Bares, mercearias e oficinas são alvos da PC por furto de energia que teria causado prejuízo de R$ 180 mil

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A Polícia Civil deflagrou, nesta terça-feira (20), uma nova fase da Operação Circuito Fechado. As diligências foram realizadas pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos de Várzea Grande (Derf-VG) em parceria com a concessionária energia e a Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec), com objetivo de combater o furto qualificado de energia elétrica em empresas e estabelecimentos comerciais do município.

As investigações cumpriram mandados em 12 locais suspeitos, incluindo distribuidoras de bebidas, lojas, mercearias, bares, oficinas e funilarias. Foram constatadas irregularidades como ligações clandestinas diretas na rede, os chamados ‘gatos’ e manipulação de medidores para adulterar o consumo.

Até o momento, seis pessoas identificadas como proprietários e responsáveis dos pontos fiscalizados foram conduzidos à delegacia para prestar esclarecimentos e autuados por furto qualificado pela fraude. Um dos suspeitos foi flagrado em posse de uma arma de fogo adulterada e também responderá pelo crime.

Segundo o delegado responsável pela operação, Sérgio Luís Henrique Almeida, as informações levantadas apontam que as fraudes provocaram um prejuízo de cerca de R$180 mil à concessionária.

“Além do impacto financeiro direto, o furto de energia gera perdas que pesam na conta dos demais consumidores. As ligações clandestinas também representam sérios riscos à segurança pública, podendo causar curtos-circuitos, incêndios e interrupções no fornecimento”, explicou o delegado.

A operação mobilizou mais de 50 profissionais das forças policiais, peritos e técnicos. A cooperação técnica e policial fortalece a eficácia das fiscalizações e protege a população.

Circuito Fechado

O nome da operação faz referência aos conceitos de engenharia elétrica e ao cerco policial. Na eletricidade, o circuito fechado garante o fluxo contínuo da corrente, no contexto da investigação, sinaliza que a polícia bloqueou as ações ilícitas dos alvos mediante fiscalizações integradas.

O furto de energia é tipificado como crime. Suspeitas de irregularidades podem ser relatadas por meio das plataformas de atendimento da Polícia Civil e da concessionária

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