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Polícia Civil prende em Marcelândia foragido por homicídio a pauladas no Pará

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A Polícia Civil, por meio da Delegacia Especializada de Marcelândia, prendeu, na terça-feira (16.9), um homem, de 26 anos, que estava foragido por matar a pauladas o jovem Errickar Jhones de Jesus Reis, de 25 anos, em 2021.

O crime ocorreu em Itinga (PA), no dia 01 de janeiro de 2020. A vítima se envolveu em uma discussão com outros homens, que o agrediram com várias pauladas na região do rosto e da cabeça.

Errickar chegou ser socorrido e deu entrada no hospital com vida, mas não resistiu aos ferimentos e morreu.

Após investigações, o suspeito foi identificado e teve um mandado de prisão preventiva expedido pela Vara Cível e Empresarial de Dom Eliseu (TJPA) em abril de 2022.

Ele estava foragido até essa terça-feira (16), quando a Polícia Federal e a Polícia Civil do Pará, por meio da Delegacia de Castelo dos Sonhos, entraram em contato com a Delegacia de Marcelândia, informando que o suspeito estava na cidade.

Ele foi localizado em uma propriedade rural e não resistiu à prisão. O investigado foi levado para a delegacia e está à disposição da polícia.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Operação da PC derruba central de golpes virtuais em Várzea Grande e prende cinco criminosos

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A Polícia Civil deflagrou, na manhã desta sexta-feira (15), a Operação Persona Sintética para cumprir ordens judiciais contra um grupo criminoso instalado em Várzea Grande e especializado em fraudes digitais em Mato Grosso.

Na operação, são cumpridas 15 ordens judiciais, sendo cinco mandados de prisão preventiva, cinco mandados de busca e apreensão e cinco de afastamento de sigilo telemático. Todos os mandados são cumpridos em Várzea Grande. 

As ordens judiciais foram deferidas pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juízo das Garantias – Polo Cuiabá, com base em investigações conduzidas pela Delegacia Especializada de Repressão a Crimes Informáticos (DRCI).

A investigação teve início no ano de 2023, após uma tentativa de estelionato eletrônico. Na ocasião, os criminosos utilizaram técnicas de engenharia social pelo aplicativo WhatsApp, empregando indevidamente a fotografia de familiares para solicitar valores via Pix. Não houve pagamento de valores, motivo pelo qual o crime foi classificado como tentado.

Inicialmente, a investigação obteve êxito em identificar um dos criminosos envolvidos no crime. Ele foi alvo de mandado de busca e apreensão em setembro de 2025. Na ocasião, foram apreendidos aparelhos telefônicos e documentos de identidade falsos em nome de diversos cidadãos de Mato Grosso, indicando que os criminosos operavam uma verdadeira central para a prática de fraudes digitais.

Com base nos elementos de informação obtidos na primeira fase e em outras diligências que se seguiram, a investigação identificou os demais integrantes do grupo criminoso e elucidou a participação de cada um na dinâmica das fraudes digitais.

Os investigados responderão pelos crimes de associação criminosa, falsificação de documento público e estelionato qualificado mediante fraude digital. Há investigados que responderão, ainda, pelo crime de tráfico de drogas.

As investigações seguem agora para a sua conclusão, fase em que serão realizados os interrogatórios dos investigados e analisados os objetos apreendidos nesta segunda fase.

Persona Sintética

O nome da operação foi escolhido em razão das dezenas de documentos falsos encontrados com os criminosos.

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